quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Sempre a manifestarem-se, com tanta oportunidade de negócio.

Já que estamos numa de manifestações por concorrência desleal (note-se que o termo "desleal" refere-se a "melhor que eu e não me apetece melhorar"), porque não instigar uma data de novas manifestações.

Eu acho que algumas tascas deviam manifestar-se contra restaurantes com condições de higiene, uma vez que se trata de concorrência desleal. Note-se que não é mesmo possível às tascas servirem pratos isentos de pintelhos aos preços que praticam. Manif, já.

Também acho que muitos europeus deviam manifestar-se contra os pretos que teimam em desfilar os seus caralhos animalescos, levando à salivação extensa dos espectadores. Não é possível esticar um caralho europeu até ao joelho por muito que se tente. Manif, já.

E foi o que fizeram as prostitutas brasileiras. Manifestam-se activamente contra o tinder. Nas alegações destas trabalhadoras, constam argumentos como o facto das mulheres oferecerem-se à borla, muitas vezes pagarem o seu próprio "sorvete" e bilhete de cinema e no final, nem um boquete em condições conseguem oferecer.

Ora isto faz com que tenham de baixar largamente os seus preços para justificar um aumento na procura de rata experiente. No entanto, o Tinder já está no mercado há algum tempo pelo que essas ratas também vão ficando experientes.

Mas esquecem-se que o Tinder pressupõe que haja um match. Se o pretendente for exageradamente feio, ou exageradamente nauseabundo, não fará match. Logo, haverá trabalho para a puta. Não ao jeito de Pretty Woman, mas... sinais dos tempos.

A ratinha novinha do Tinder também é muito avessa ao sexo anal e, estando a oferecer-se de borla não se quer sujeitar a essa lassidão. Mais um trabalhinho para a puta. 

A ratinha novinha do Tinder também não é uma profissional em broches, nem se sujeita a fazer garganta funda para depois vomitar a salada do jantar. A não ser que seja anorética. Mais um trabalhinho de garganta funda para a putinha. 

Creio que se se deixassem de manifestações e melhorassem as suas competências, o negócio da puta floresceria, as tinderianas tentariam igualar-se e dentro de poucos anos, além de muçulmanas, o mundo estará povoado de mulheres que engolem bifes sem trincar, serão incontinentes fecais e o meu novo negócio de fraldas para putinhas tinder florescerá.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Manifestação conflituosa dos taxistas. Amanhã, recepção calorosa de refugiados.

Eu acho muito bem que a pessoa se manifeste quando sente que tem razões. Deus deu-nos uma boca e não foi certamente apenas para fazermos broches. Manifestem-se pelas ruas e lutem pelos vossos direitos. Caramba, até eu devia-me manifestar porque estou com entradas capilares e não é justo.

Os taxistas já começaram a sua contra a Uber. E claro, já se envolveram alguns em confrontos desnecessários porque, enfim, são aquele tipo de taxistas que ninguém quer apanhar. Felizmente há os outros.

Os taxistas têm taxas de licenciamento para tudo e um par de botas, e concordo plenamente que se eliminem burocracias desnecessárias ou que se equiparem todos no acarretar das mesmas taxas e despesas. Porque todos sabemos que em Portugal só não pagamos taxa por nos peidarmos. E só não o fazemos porque ninguém quer ter uma profissão que consiste em cheirar cus para apurar responsáveis. Talvez agora com a chegada dos refugiados...


A monopolização é confortável e a concorrência, quando surge, abala. Especialmente quando conseguem muito melhor por menos (o mesmo valor caso pagassem as mesmas taxas porque a simpatia é gratuita... ainda). Mas quando se percebe em entrevistas que isto já não é uma questão de licenças, mas porque os outros são palhaços engravatados percebemos que Não querem simplesmente abdicar do roubo ao cliente e do cultural peido português.

Sim os palhaços vão me roubar aos taxistas enquanto existirem. Como não pagaram taxas, sobrou-lhes dinheiro para comprarem desodorizante, perfume, solução de limpeza de estofos e tudo o que puder encobrir o cheiro a colhão em conserva de pickle a que por vezes me sujeitava. Sobrou-lhes dinheiro para uma apresentação agradável e para um workshop de simpatia e boas maneiras. Não cospem janela fora, não dizem 500 caralhos nem dão as suas opiniões homofóbicas pensando estupidamente estarem a transportar um heterossexual que partilha da mesma opinião nazi, não me levam a conhecer o palácio da pena para ir do aeroporto ao saldanha...

É verdade, na UBER os palhaços andam de gravata, cheiram bem, o carro está bem cuidado, seguem o GPS escrupulosamente, tenho toda a informação sobre o motorista e ainda avalio no final para continuar o bom trabalho ou melhorar se for necessário e no final, pago menos. Talvez a UBER devesse oferecer uma viagem a cada taxista para perceber o conceito de "serviço ao público".

Portanto também tenho direito a manifestar-me e optar pela Uber. Obrigado.

P.S. Para quem quer uma viagem UBER grátis, use o meu código que assim também ganho uma grátis: z8zk2ue

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Vou mudar de tabacaria

Eu já devia ter deixado de fumar, verdade. Nem devia ter começado aliás porque descobri que não é preciso fumar para ser fixe aos 16 anos; basta ter uma pila grande. E tendo eu ambas, não faz de mim mais fixe.

Schnoof vai à Galp:

- Boa tarde. Queria um chesterfield se faz favor.

Senhora: Ai ai. Anda a fumar muito menino. Já ontem comprou um...

Schnoof: Ai ai. Anda a foder muito menina, até porque já é a segunda vez que se esquece do soutien na casa de alguém e vem trabalhar com os bicos acesos. Além de que já devem estar todos gretados de passarem dois dias inteiros a roçarem contra o poliéster barato da Galp. Não deixe ninguém pôr aí a boca menina, especialmente se beberam limonada antes. Ponha antes Bépanhthène. Mas veja o lado positivo das suas tetas gretadas, menina: ao menos fodeu... duas vezes, o que dada a sua fisionomia e atributos faciais, é um feito quase milagroso. 

Não disse, mas acho que os meus olhos disseram. Mais palavra menos palavra...

terça-feira, 1 de setembro de 2015

O filho bonito do Tinder

Não contentes com os resultados do Tinder porque aparentemente, segundo as minhas amigas, são todos uns cabrões filhos da puta, o mundo de programadores cibernéticos optou por dar um lado mais romântico à coisa inventando uma nova aplicação.

Provavelmente inspirado em filmes vários em que duas pessoas chocam no supermercado enquanto escolhem o pepino mais rijo ou as ameixas mais fofas, e rapidamente cai o cesto de compras todo pelo chão enquanto cruzam aquele olhar que sabem que vai dar em casamento e muitos filhos e herpes genital, etc.


Foi assim que surgiu (digo eu que não perco tempo a pesquisar as origens) a nova app happn. Esta app cria um perfil estilo tinder, mas só aparece à medida que duas pessoas solteiras inscritas se cruzam para que se possam avaliar quase in loco.

Basicamente a Felismina passa pela casa de banho pública do Dolce Vita Tejo aflitinha para fazer cocó. Rapidamente a app saltita toda empolgada avisando que o Leandro também acabou de passar pelas casas de banho porque não gosta de coçar as bolas em público (o Leandro é uma espécie rara eu sei). Leandro também recebe aviso na app saltitona a dizer que a Felismina está a cagar (ou pelo menos anda por lá perto). Provavelmente avistaram-se antes de entrarem na casa de banho, dependendo do grau de aflição e concentração da Felismina. Assim Felismina já viu como é o Leandro ao vivo, como se veste, se tem os dentes todos, etc. 

Resta portanto (tal como o Tinder), assinalar Like e o Leandro também. Se ambos gostaram do que viram, apesar do cheiro envolvente, fazem match e conversam durante anos.

Portanto eis o Tinder em modo upgrade. Boas fodas Bons casamentos.