quarta-feira, 29 de maio de 2013

A Vida de Schnoof

Hoje quando acordei a única sms que tinha no meu telemóvel era de uma subscriçao de Notícias. Sou assim, uma pessoa muito requisitada. 

A notícia que surgia dizia que "Novo coronavirus pode ser uma ameaça mundial". Claro que li conavirus e percebi logo que não havia motivo de alarme porque eu não como disso. Adormeci.

Quando acordei novamente, ainda sem propostas dignas de me fazer levantar a peida da cama, reli a sms da minha amiga Noticias e li finalmente coronavirus. Também não fiquei preocupado porque nunca gostei de Corona mas mamo Sagres e Super Bock como se não houvesse amanhã.

Bem, vou levantar o cu da cama para ir almoçar. Se tiver sorte, serei sodomizado por um bando de pretos. Senão vou só ali comer um hamburguer e já volto.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Fenómenos

Há dias enquanto aguardava pela meia noite para poder cantar os parabens a uma pessoa amiga e ir dormir que eu ainda tenho um trabalho, a minha amiga revelou-me um dos factos que mais revolucionou a minha vida: as mulheres quando estão muito tempo juntas, menstruam ao mesmo tempo.

Leram bem, quando sentem o cheiro a cabidela numa sala de estar, provavelmente estarão perante um momento de solidariedade feminista.

Não vou dizer que fiquei estupidamente chocado uma vez que já é do conhecimento geral que quando uma tem vontade de cagar, vão todas cagar que estão todas com o cagalhão às bordas.
 
É um fenómeno interessante este de solidariedade uma vez que as mulheres não são muito conhecidas pelo seu companheirismo de grupo. Mas quando se trata de soltar dejectos pelos orifícios, é vê-las de mãos dadas como se fosse o Dia das Amigas.

Para os que gostam de pular a cerca, ficam a saber que se a vossa mulher está a menstruar, a sua melhor amiga provavelmente estará pelo que mais vale ir a uma puta a mais de 30 km de distância, para evitar o fenómeno do poder de sugestão.

Ora que é isto. Vou então despedir-me que também vou ali menstruar com as minhas amigas, já volto.

domingo, 19 de maio de 2013

A co-adopção das crianças que não têm culpa, e os opinadores extremistas que não foram abortados às 10 semanas

Eu soube recentemente que foi aprovada uma lei de co-adopção para homossexuais. Não sabendo exactamente do que se trata, pouco me importa neste momento que aquilo que eu menos quero neste momento é um pirralho a correr de um lado para o outro enquanto tento fazer coisas muito importantes como escrever neste blog.
Tenho um peixe que já me dá muito trabalho e estou a ponderar dá-lo para adopção. Podem ser co-paneleiros que ele também não se importa.

Tomei conhecimento de um texto escrito por uma "jornalista?" através de uma fiel leitora deste blog. Não tendo uma opinião claramente formada sobre este assunto, gosto de espreitar o que as pessoas escrevem quando estão claramente a ter um AVC ao teclado e a perder o controlo do esfíncter enquanto debitam merda por todos os lados, como o fogo de artifício da Madeira.

Quero agradecer a Teresa Leal Coelho (...) "os sociais-democratas que votaram a favor do diploma" e ao (...) do PSD; e (...) do CDS-PP, por terem perdido uma das mais fervorosas apoiante da Direita portuguesa. A partir de hoje não contam com o meu voto para nada, nem, com o meu apoio. 
 Quero também dizer que quando as pessoas dão crianças a homossexuais, estão a dar-lhe dois pais ou duas mães e não estão a pensar nas crianças abandonadas que têm o direito de ter uns pais substitutos o mais semelhante possível com a família biológica. E a família biológica NUNCA são dois pais e duas mães, NUNCA. Porque será? (A Natureza é tão homofóbica!).
E quando me vêm com aquele argumento falso de que é melhor as crianças serem adoptadas por homossexuais do que estar em instituições eu pergunto. Porquê? Porquê é que a instituição é o pior que pode acontecer à criança? São maltratados lá? As instituições maltratam as crianças? Não cuidam delas? É diferente de uma família normal? É. Mas também os pais homossexuais são diferentes de uma família normal. 
Eu acho que há instituições que são melhores do que muitas familias biológicas. Ali não são violadas, nem mal tratadas.
Pelo menos nas instituições não correm o risco de chegarem a adolescência e serem seduzidos pelos pais.

P.S. Escusam de vir aqui insultar-me que eu não dou cobertura a insultos.

Vamos por partes: "Quero agradecer a Teresa... A partir de hoje não contam com o meu voto". Minha querida, eu é que agradeço porque pelo texto que você escreve enquanto um trombo obstrói simultaneamente uma parte do seu cérebro, você deveria ser banida de votar em seja o que for. Com as suas faculdades mentais eu não confio em si sequer para votar no Zézé Camarinha para ser expulso do Big Brother.

"Quando as pessoas dão crianças a homossexuais, estão a dar-lhe dois pais ou duas mães". Fico feliz que o conceito de homossexualidade tenha ficado bem claro para si. Só tenho pena de o ter confundido com o conceito de pedófilo.
"E a família biológica NUNCA são dois pais e duas mães, NUNCA". Fico também feliz por me ter esclarecido essa pequena nuance tão fervorosamente porque achava mesmo que com sexo anal, ia conseguir gerar uma Constança. Tirou-me um peso de cima sabe? Andava a tomar a pílula do dia seguinte porque eu sou assim como você: lerdo.

"têm o direito de ter uns pais substitutos o mais semelhante possível com a família biológica" Aqui é que a porca torce o rabo. Deixe-me explicar-lhe: o conceito de adopção invalida à partida que qualquer casal adoptivo (sejam fufas, ou swingers heterossexuais) seja a família biológica. A não ser que os pais andem a fazer bebés para dar à adopção e depois os vão buscar à instituição outra vez, duvido que se consiga a família biológica que você tanto preconiza. 
Mas se quer que me assemelhe a uma família biológica, farei um esforço para pesquisar o background da criança. Se a mãe era prostituta, vou fazer por ser a melhor puta de Lisboa para que a criança não estranhe o parentesco; se os pais eram toxicodependentes na miséria, esbanjarei o meu dinheiro em heroína e farei das minhas veias um sósia dos pais que a criança nem vai notar a diferença; se os pais estão presos, vou a sua casa dar-lhe dois tiros nos cornos e rapidamente serei o pai a que aquelas crianças se habituaram biologicamente. Se você os adoptar, aí será complicado porque nenhuma criança a ser entregue a uma instituição por uma mãe com dois dedos de testa merece ser adoptada por uma atrasada mental que constrói lógicas da batata assada.

"Ali não são violadas, nem mal tratadas. (...) não correm o risco de chegarem a adolescência e serem seduzidos pelos pais." Aqui é o momento em que você se despede do jornalismo e dedica-se à confecção de pastéis de feijão. Devo dizer-lhe que o seu conhecimento das notícias dos últimos anos em Portugal é irrepreensível. A Casa Pia na verdade foi um parque de diversões e as célebres pilas que lá andaram a fazer das suas eram espetos de algodão doce. Na verdade os milhares de casos de pais que violaram as filhas BIOLÓGICAS são apenas casos de demonstração de carinho mal entendidos. Fala das repercussões de adopção pelos paneleiros com tal conhecimento de causa que iria julgar que essa gente porca não-biológica já anda a adoptar há décadas uma vez que você reuniu resultados de anos e anos de estudos, ignorando os casos heterossexuais que andam aí aos pontapés mas que nada têm a ver agora com o caso.

Deixe-me salientar que não estou a dizer que concordo. Tenho os meus receios no que concerne ao meio sociológico onde a criança se irá inserir, alvo de chacota por parte das crianças com pais heterossexuais e biológicos que não tiveram a educação de respeitar o próximo. Só isso. Ainda não posso afirmar se os pais homossexuais irão comportar-se como alguns pais heterossexuais e violar os filhos não biológicos na ausência de algo melhor para fazer. Não tenho nada contra a sua heterossexualidade, atenção, mas neste momento são os dados que existem. E felizmente não são extensíveis a todos os heterossexuais senão a expressão "iniciação à vida sexual" dos adolescentes (ou criancinhas) ja teria ganho um novo significado. Mas se algum dia precisar de babysitter espero encontrar uma fufa barata porque a si não lhe contrato nem a feijões. Porque você, sábia heterossexual, poderia violar o meu filho.

Escusam de vir aqui insultar-me que eu não dou cobertura a insultos. Não querida. Você insulta-se a si própria.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Internet: a solucionar as nossas vidas desde 1991

A minha amiga que também já anda a trepar paredes o que já se vai tornando epidémico, recentemente tem optado por cortar os pulsos ao som das mais belas harmonias melancólicas. Numa tentativa de aceder ao vídeo da Whitney Houston "I will always love you", os responsáveis do marketing direccionado acharam por bem dar-lhe uma pequena ajuda:


Ora, em primeiro lugar a minha amiga não é fufa, ou pelo menos até agora que por vezes a carência leva a tomadas de decisões drásticas.

Em segundo lugar, por mais desesperada que ela possa estar não me parece que ela queira "Foder uma mulher diferente todos os dias" porque no dia em que conseguir rodar a vossa base de 50 000 fodilhonas inscritas, ela terá 167 anos. E mesmo que a ciência evolua ao ponto de aumentar a esperança de vida para os 200 anos, não creio que a pássara dela aguente tamanha turbulência.

Em terceiro lugar, ninguém quer ler uma série de directrizes antes de foder. Na melhor das hipóteses, vê-se um filme pornográfico.

No fim de assistir a este atiçamento sexual, ver a Whitney a cantar agora que ela já está morta é de certa forma perturbador.

terça-feira, 14 de maio de 2013

O meu novo namorado

Passados alguns meses, uma das minhas amigas fornicadeiras achou por bem encarreirar a minha vida amorosa e finalmente apresentou-me ao homem da minha vida.

Este amor foi inicialmente mal recebido da minha parte uma vez que tenho tendência a julgar as pessoas pelo pacote. Apesar de geralmente um bom pacote valer sempre a pena.
Farta de me ver assexuado, a badalhoca apresentou-me o meu futuro marido: o Ovo.

Fiquei muito perplexo porque geralmente os brinquedos inventados para os panisgas envolvem atirar objectos pelo cu acima como se isto fosse o baú da avó. E sinceramente não me apetece meter ovinhos no cu porque depois para expulsá-los deve ser uma carga de trabalhos. E eu ainda não tenho a fisiologia de uma galinha.

Aparentemente este ovo não é para esconder em locais onde o sol não brilha. É um ovinho de silicone com estrias internas lubrificadas e aquando da introdução do membro tumescente no dito ovo, é afinfar no ovo Kinder à espera da surpresa. E qual é a surpresa? Este ovo é lavável. Basta colocar o objecto na máquina de lavar a loiça juntamente com os pratos e talheres do almoço e deixar que o Calgonit inactive a descendência.

Estou apaixonado, é oficial. Vou andar sempre de mão dada com o meu novo namorado e juntos vamos ser felizes!

domingo, 12 de maio de 2013

Um dia igual aos outros

Numa semana que se prevê calma em que basicamente não trabalho, cheira-me que vou passar os dias a fazer a minha mudança de pele anual sob os raios ultravioletas e na companhia do meu e-reader a tentar terminar o interminável conto da puta musa de Tolstói.

Isso significaria que teria muito mais tempo para vir aqui debitar merda a não ser que os meus dias sejam desinteressantes ao ponto de vos relatar os momentos em que o meu peixe decide cagar.

Hoje resta-me a alegria de ver a Teresa Guilherme a ser badalhoca e a ver o Joka a sair...

segunda-feira, 6 de maio de 2013

#Beautiful

Os meus amigos mais próximos dizem que eu só tenho um defeito: sou louco por Mariah Carey. A modos que hoje não consigo escrever nada porque estou a fazer xixi nas cuecas a ouvir a música que estreou hoje. Até amanhã, se ainda tiver cuecas lavadas...

domingo, 5 de maio de 2013

Isto não é uma homenagem mas a minha mãe é do caralho.

Acho que já fiz alguns posts sobre o meu pai neste blog e sobre o quanto ele é um porreiraço e tal e sobre como ele me apoiou a 100% quando lhe enviei um e-mail a contar que era gay às 4 da manhã. Quero dizer, ele não ficou a dar pulos de alegria, mas não me atirou pela valeta abaixo o que já é bom. E a verdade é que ele é o melhor pai do mundo.

Mas a minha mãe pariu-me sem epidural foda-se. Na altura o aborto não era permitido e ela ainda ficou ali comigo metade fora metade dentro a pensar se não deveria simplesmente fechar as pernas até eu ficar roxo e depois alegar perda de lucidez temporária. Não sei o que se passou depois que eu consegui sair todo. Se calhar peidou-se.

A minha mãe é assim como eu, expansiva, a rir durante 24 horas. Só não é badalhoca. É o que nos distingue. Aliás se alguem ousasse proferir a palavra merda em casa, teria certamente perdido a virgindade mais cedo com o cabo da vassoura.

A minha mãe bem se esforçou para que eu crescesse e viesse a ser uma pessoa. Logo desde pequeno, mandou-me à circuncisão porque era mais higiénico. Isso condicionou a que eu viesse a ser uma pessoa muito porca. Com a pila limpa, mas uma pessoa muito porca.

Desde cedo que nos obrigava a fazer a cama, lavar a loiça, retretes, e tudo o que fosse preciso para participar nas lides da casa. Era a puta da escravatura. Hoje não faço camas, não lavo loiças e afins porque na verdade eu nasci para ter vida de princesa, mas trocaram-me na maternidade.

Ninguem fumava em casa, não havia drogas e sexo era uma conversa séria que se tinha aos 12 anos sentado à mesa. Na altura chamava-se educação moderna. Entretanto fumei, experimentei várias ervas aromáticas e forniquei.

Não se dizia asneiras lá em casa. Claro que assim que abria a porta da rua, só me apetecia dizer cona da tia 30 vezes até ficar com a língua dormente. Recentemente bani a minha mãe do facebook porque comentou que não me tinha ensinado aquelas palavras. Mais recentemente aceitei-a novamente na condição de não comentar o meu novo vocabulário. Ela lá sofre em silêncio com as minhas frases inspiradoras.

Já com 16 anos todos tinham que estar em casa antes da meia noite. E eu estava em casa cinco minutos antes. Depois saía dez minutos depois pela janela. E ia fumar, experimentar ervas aromáticas, fornicar e dizer cona da tia 30 vezes até ficar com a língua dormente. Ou então é porque na altura ainda fazia minetes. Não me lembro bem.

A questão é que a minha mãe esforçou-se e fez tudo para que eu crescesse. E no fim de contas, há paus tortos que se endireitam. Portanto mãe, és a melhor do mundo. É clichê eu sei mas a verdade é que os outros estão iludidos que as mães deles são as melhores. Eles que vivam na ignorância.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Curtas... porque está sol

Eu não ligo nada a jogos de futebol. A não ser que tenha oportunidade de ver o Jorge Jesus a mascar que nem uma vaca em grande plano. E excepto quando intereferem com a minha normal circulação pela cidade. A verdade é que todo o mundo ia ver o Benfica e, ao que parece, ganhou e de repente Lisboa parecia a BBC Vida Selvagem.

Hoje acordei pronto para trabalhar até que percebi, através do Big Brother directo, que estava sol lá fora. A modos que recuso-me a ficar em casa enquanto os outros apanham sol.

Até já.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Histórias de Encantar

Não houve Pingo Doce. O que acho mal. Não volto lá a por os pés. Acho indecente privarem-me de uma batalha de sacas de farinha com as ciganas.

A modos que como não houve festa no Dia do Trabalhador, limitei-me a celebrar o dia: trabalhando. Enquanto isto está a passar Backstreet Boys no meu spotify (estou em modo aleatório) o que faz com que tenha gradualmente cada vez menos amigos no facebook.

A minha vida tem-se passado no maior dos desinteresses, impassível de ser relatado e entreter seja quem for. Às vezes penso na possibilidade de inventar um boato mas não tenho tempo para passar em tribunais a ser processado. Resta-me inventar sobre a minha pessoa.

Hoje estava eu a passear no meu Porsche Carrera pela cidade, com o meu estilo James Dean inconfundível e a emanar vontade ao mundo de quererem fazer sexo com a minha pessoa, de tão bom que sou. O meu redondo e apetecível cu roçava no assento de cabedal como quem não estava nem aí para o olhar de desejo das pessoas. Enquanto isso o vento fazia-se soprar por entre os meus muitos cabelos loiros e sedosos, capazes de fazer concorrência a qualquer anúncio da Panténe. A minha longa pila carregava no acelerador enquanto descansava os pés e fui-me fazendo estrada fora. 

Decidi estacionar numa área de serviço deserta, no meio do mato, para sorver um Calipo neste dia de calor abrasador. Rapidamente tirei a minha t-shirt suada para espremer a água enquanto o sol brilhava nas gotas de suor dos meus peitorais pulsáteis e irrequietos e passava com a mão pelos meus 8 abdominais tesudos na tentativa de limpar a transpiração que me punha o ar oleoso de quem escorrega em qualquer superfície.

Nisto surge um James Dean II ligeiramente mais belo que eu, e ligeiramente mais bem constituido e com um corpo ligeiramente mais sexy. Como que à procura do seu iphone 5 no bolso, passava a mão pela genitália como se lá guardasse o Génio na lamparina. Lamparina é dizer pouco. Parecia guardar ali uma valente garrafa de Moet & Chandon prestes a rebentar a rolha. Eu queria é que ele me rebentasse a bolha, mas isso agora não interessa nada.

Os seus penetrantes olhos verdes, quase tão penetrantes como aquilo que trazia escondido nas cuecas, fizeram-me corar. Ligeiramente. Um corar propositado de quem foi apanhado a pensar em como era bom ser atirado contra a parede que nem uma lagartixa. James Dean II aproxima-se de mim e comenta enquanto olha para os meus peitorais frenéticos, "está um belo dia de sol". Eu coro e respondo, "com este calor precisava era de qualquer coisa fresca" e rapidamente olhei para baixo dedicando-me à minha hábil tarefa de sorver cada bordo do Calipo com os meus ternos lábios.

James Dean II agarra-me pela mão e leva-me para o meio do mato. Atencioso, pensei eu, uma vez que tentava encontrar sombra para me refrescar. Nisto, o senhor puxa da sua lamparina mágica gigante a brilhar tal era a vontade de me conceder três desejos. Sem dar por isso, o meu calipo caiu no chão porque não cabem duas coisas na boca ao mesmo tempo. E fizemos sexo escaldante tal como qualquer romance Harlequin promete, enquanto os nossos corpos suados rodopiavam ao sabor das folhas caídas transormando a terra árida em lama húmida.

Na verdade tive um dia de merda a trabalhar mas que se foda, o blog é meu. Eu conto as histórias que me apetecer.