terça-feira, 23 de outubro de 2012

New York - Day 5

Hoje foi o dia que decidimos ir ao Harlem porque o Museu de Nova Iorque ficava lá. Rapidamente vestimos cuecas da Feira e caso tivéssemos, trocaríamos os cartões de telemóvel para 3 tijolos e assim poderíamos passear em segurança.

Fomos de metro e para nossa sorte o Museu ficava lá perto, o que me conforta de certa forma porque se tiver que levar uma facada, que seja num sítio onde a cicatriz fique gira e não à escolha de um gajo qualquer sem gosto estético.

Assistimos a um filme sobre a história de Nova Iorque durante 20 minutos e sinceramente, fiquei com a cabeça a doer que já não estimulava tanto o cérebro desde que tinha saído da última loja à procura do meu tamanho de roupa. Durante o resto do tempo que lá estivemos, assistimos a múltiplos quadros e exposições sobre as mais variadas temáticas.

De regresso ao centro, ainda passamos pelo Gughenheim que felizmente estava encerrado porque não aguentaria outra visita por entre aqueles quadros. 

Passados alguns minutos, o outro que não a Desocupada começou a queixar-se de dor de pés. Fomos rumo ao Serendipity que da última vez estava fechado. Quando lá chegamos, o tempo de espera era de 1 hora pelo que calculei que estavam a oferecer sexo e o outro não ia conseguir desfrutar de sexo grátis com dores nos pés, razão pela qual partimos rumo à American Diner. Claro que ninguem tinha fome às 5 da tarde, mas milagrosamente apareceram hamburgueres gigantes com batatas fritas e aros de cebola e colas gigantes em cima das nossas mesas. Por respeito ao não desperdício lá comemos tudo e fomos fazer uma sesta a casa antes de jantar e fazer mais compras.

Na procura de um restaurante que nos alimentasse adequadamente depois de termos comido tão pouco à tarde, fomos ao Bill's da 5ª Avenida jantar... hamburgueres e cerveja e batatas fritas. Para desmoer, fomos fazer compras by night at 5th Avenue. Acho que foi neste dia que terminei finalmente as compras de Natal. Não me lembro muito bem...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

New York - Day 4

Fui o primeiro a acordar como sempre que a excitação é demais para permitir um repouso decente. Mais uma vez tomei banho e tive de ir à rua buscar café para as donzelas que estavam a besuntar-se em 6 variedades de leite de búfala ou algo do género.

Ao pequeno almoço para fugir um bocado dos fritos fomos rumo a um café no soHo. Não que estivéssemos fartos mas estávamos com medo de ficar gordos e comprar roupa tamanhos acima do nosso verdadeiro tamanho. Decidimos por bagel de salmão com variadíssimas merdas à mistura e sumo de laranja natural.

Tínhamos decidido hoje por ir ao Museu da História Natural uma vez que nunca tinha lá ido. Os outros porquinhos reviraram logo os olhos porque aquilo era uma profunda desilusão. Não satisfeito, insisti e lá fomos.


Foi a maior colecção de animais estofados atrás de vitrines, bocados de madeira e pedregulhos a evocar a Antiguidade e ossos, muitos ossos. Não sei do que é que estava à espera mas certamente de outra coisa. Valeu-nos um filme sobre estrelas que conseguimos assistir no Planetário mas cujas cadeiras não iam para trás, valendo-nos valentes torcicolos.

Findada a manhã cultural, fomos comprar bilhetes para o Fantasma da Ópera na Times Square e fomos rumo à 5ª Avenida. Começamos o percurso por ir à Apple que estava em modo Feira da Ladra quando há gramofones à venda: ninguém se conseguia mexer e ainda me pôs em bicos de pés para averiguar se estavam a oferecer iphones 5. Rapidamente percebi que aquela gente estava lá para comprar... Agora quando dizem que Portugal não tem dinheiro, já sei onde ele está.

Saímos no mesmo pé em que entramos e fomos à FAO Schwarz ver brinquedos. Desta vez não andei a saltar em cima do piano e a loja não tinha aquele encanto que tinha no Natal. Cagamos na 5ª Avenida que já lá passamos dezenas de vezes e fomos fazer compras para a Lexington e Madison. Nas cinco horas seguintes não tenho nada para vos contar. As lojas são bonitas, as roupas também e os preços estavam apetecíveis... ou isso ou estava com o frangalho à solta por estar de férias.

Com os sacos na mão feitos totós, fomos enfiar-nos na fila gigante para assistir ao Fantasma da Ópera. Lá conseguimos enfiar os sacos entre as pernas como tão bem sabemos fazer e deu-se início a um grande espectáculo. Claro que ia perdendo o início porque a Desocupada tinha que ir... o quê?... fazer xixi pela 20ª vez. Fiquei com vontade de ver os espectáculos todos mas já tínhamos as noites todas reservadas com coisas portanto já não havia noites livres para ver Homens Nus a dançar outros espectáculos bons.

Ainda com sentimento de culpa no que respeita à ingestão de comida, Desocupada lá nos encaminhou para um restaurante coreano. Apesar da minha desconfiança lá fomos comer. A comida estava óptima à excepção de umas coisas chamadas carne duvidosa picantes de fazer cagar farpas. 

Fomos para casa cagar novamente. Eu já vos disse que as sanitas de Nova Iorque TODAS têm água até cá acima? Quase conseguimos tocar com as bordas do cu no caldo de água que ali repousa. Mas não há nada melhor que ver os cagalhões a boiar por entre as nossas pernas ao nível... das pernas. Passa-se o tempo todo a puxar o autoclismo com medo de levar com um splash valente de merda nas bordas. Além de que não é ecológico, e esta é a minha verdadeira preocupação, claro.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

New York - Day 3

Decidimos dedicar o terceiro dia a Brooklyn. Só para não dizerem que somos uns consumistas do caralho e que não temos espírito cultural. 

Com o dia cinzento como se quer quando se pretende fazer uma travessia sobre um rio, decidimos atravessar a ponte de Brooklyn a pé. Uma travessia que se faz muito rapidamente, especialmente para quem está em pulgas para ver Brooklyn.


Sweet não é bem o termo que usaria mas, ok. Aparentemente tudo indicava que poderia haver algo de giro neste magnífico "subúrbio-cidade". Optamos por traçar o nosso destino escolhendo a rua principal das lojas, porque já estávamos a ressacar compras com aquela travessia longa de 20 minutos. Chegamos à dita Avenida da Moda e encontramos Harlem a roçar Bronx. Antes de bater com o mapa na cabeça dos outros dois na certeza de que me tinham levado para a Avenida Martin Luther King, certifiquei-me de que era mesmo Brooklyn. Mas não havia dúvidas. Lá entramos nas lojas em modo gangsta e conseguimos identificar dezenas de Precious a passear os seus característicos 10 kgs de cu pelas ruas de Bronx Brooklyn.

Certos de que deveria haver algo mais para justificar o encanto de Brooklyn, fomos a Park Slope e Brooklyn Heights que é como quem diz, zonas fantáaasticas para morar em Brooklyn. Not. Para morar em casas tipo Carrie Broadshaw prefiro Manhattan thank you very much em vez de estar ali rés vés Black Bitch Gangsta Avenue.

Ainda nos aventuramos pelo sósia do Central Park mas rapidamente fugimos rumo a Manhattan. De metro, por favor.

Chegados a Manhattan com o sentimento bem infiltrado de que não há necessidade de sair dali, fomos fazer pirraça aos diabéticos e enfardar-nos em bolos da Magnolia Bakery. 

Satisfeitos os nossos níveis de glicemia e após a Desocupada ter mijado pela 15ª vez, fomos à Marc Jacobs ver as modas e comprar Christmas recuerdos para dar alegria às alminhas que nos aturam todo o ano.

Regressamos à Broadway para garantir o excesso de bagagem que é já um must have para quem vai a NYC. Entrei na Hollister para lavar a vista com corpos de gente trabalhada a PhotoShop in utero mas rapidamente senti a crise do sector. Nem um homem nu para fazer suar do bigode, nem uma carinha laroca à porta para dizer "Hi guys". Também só levei uma camisa para aprenderem a não desapontar os clientes.

Quando por fim os cartões multibanco já evidenciavam sinais de banda magnética esfolada, decidimos jantar que nem porcos. Desta vez, fomos revisitar a casa de pizzas do costume: Lombardi's.
Duas pizzas familiares para os 3 porquinhos. Findada a refeição, nova fila para cagar.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

New York - day 2

É Domingo. A cidade que nunca dorme aparentemente dorme ao domingo de manhã. Ou isso ou estávamos com os pitos aos saltos por ser oficialmente o primeiro dia.

Começamos 6ª avenida acima mas as lojas ainda estavam todas fechadas pelo que fomos à procura de um local para pequeno-almoço para porcos.

Enfiamo-nos por Chelsea adentro e descobrimos um local com breakfast à grande. Claro que depois não fomos muito felizes porque quando pedi eggs with bacon, tomato, mushrooms and cheese vem-me tudo embrulhado estilo cagalhão sob o nome de fritatta. Ora eu não pedi fritatta caralho. E estava a modos que em pânico a olhar para aquela bodega. Mas como bom menino súbdito que aprendi a ser desde que li as 50 sombras de Grey, mamei e calei. E pedi um sumo de laranja para ajudar a empurrar aquela bodega garganta abaixo. 

Não me apetecia nada deixar gorjeta mas antes que levássemos com o resto da fritatta na cabeça, deixamos a suggested tip. O que me deixa de certa forma contrariado porque eu deveria dar gorjeta quando fosse bem atendido e não quando me trazem uma coisa que não estava explícito na ementa.

Saímos e choveu. Nós com o intuito de sermos meninos bem comportados e ver as vistas, lá tivemos que nos render às evidências: Compras!

Fomos pela Broadway acima entrando em tudo o que havia para entrar e posteriormente no Macy's. (esta humilde frase acabou de resumir 6 horas do nosso dia). 

No Macy's, a Desocupada lá teve de ir à casa de banho pela 15ª vez porque está sempre cheia de sede e enfia litradas de água pela boca abaixo por minuto, à laia de diabética incontinente. Aproveitando a descarga de mijo da amiga, comemos McDonald's que estava ali tão bem situado ao pé da Ralph Lauren para fazer uma pausa entre compras. Consegui aqui despachar compras de Natal e iniciar o meu processo de renovação de guarda fato.

Compras e mais compras por entre lojas da especialidade (roupa) e finalmente tocaram as 20 badaladas na minha barriga e começamos a descer Broadway abaixo não fosse ficar com tonturas devida à ingestão de poucas calorias ao longo do dia. Eu mencionei que passei também o dia a comer cachorros de rua e a beber café de balde? Não? Pois.

Claro que, como referi ontem, a Desocupada tinha que arranjar uma desculpa para fazer a visitar diária ao Duane Reade's. Ontem foi revistas. Desta vez ao que parece, ela enganou-se a comprar pensos em Portugal e comprou tamanho fralda e estava-lhe a fazer confusão sentir o penso no rego. Eu não sou gaja mas ter o rego almofadado não deve ser assim tão mau. Mas pronto, se não fosse isso ela ia inventar que tinha de comprar pílulas apesar de não correr risco connosco. 
Lá dentro, lá fiz a minha visita aos vários produtos que andam a fazer furor nas prateleiras dos nova-iorquinos e encontrei esta delicacy:

                                

Tentei persuadi-la por várias vezes, que deve ser fantástico passear pelas ruas de Nova Iorque a pé o dia todo com a sensação de pérolas a roçar na sirene da franga. Claro que estava mais a tentar proporcionar-me momentos YouTube com ela toda ruborizada e suada e a contorcer-se toda avenida acima. O que dava um novo sentido ao diálogo - Hurry up! - I'm cumming!. Mas ela não caiu nessa. Frígida.
Tomara eu que a Tampax fabricasse umas cuecas que batessem punhetas o dia todo.

Já aconchegada das partes, fomos jantar a um italiano e comemos massa. E pagamos 60 dólares por pessoa. Para comer esparguete. Porque aquela massa deve ter saído do cu de alguém muito importante. Fomos para casa com azia.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

New York - Day 1

Se há dia em que não me custa nada acordar, é no dia que antecede uma viagem a Nova Iorque. Qual mola no cu, estávamos no aeroporto sem atrasos prestes a renovar os nossos closets a ver as vistas.
Valeu-nos a viagem de avião com os vários filmes para escolher e por assim a sétima arte em dia. O critério de selecção das hospedeiras da TAP é que já não é o que era porque desfilava cada camafeu mal encarada por entre os corredores servindo as refeições com um enfado tal como se aquilo fosse um extra às suas funções. Claro que quando perguntei o que era a carne, a senhora decidiu mostrar a carne na oblíqua derramando todo o seu requintado molho sobre as pernas do meu marido. Obviamente que não houve um pedido de desculpas porque, quer-se dizer, eu é que perguntei pela carne não é verdade? Também não insisti porque pelo ar da moçoila provavelmente come a sopa na oblíqua enchendo as suas escassas mamas de couves.

Chegados a Nova Iorque já tarde, fomos fumar porque a minha amiga Desocupada já estava com os tremeliques da absitinência.

O apartamento escolhido para esta vez situava-se novamente no SoHo porque a zona tem um encanto especial e já não abdicamos do nosso neighbourhood. Primeira paragem consistiu obviamente na ida ao Times Squares passando pela Avenida das Américas a absorver tudo na nossa lista mental de compras. Aquelas luzes enchem-me as veias. 
Como no primeiro dia optamos sempre por comer numa cadeia de fast food gigante para turistas, escolhi desta vez o Bubba Gump para começar a habituar o organismo ao óleo que tão bem nos sabe. Como também somos umas bestas com a mania que temos fome, pedimos camarão suficiente para alimentar uma equipa de futebol.

Fomos desmoer aquela quantidade absurda de comida pela 6ª Avenida abaixo rumo a nossa casa, não antes sem passar pela Duane Reade's porque a Desocupada tem sempre de lá ir comprar qualquer coisa. Desta vez, foi-se rechear de literatura da boa: InStyle, Elle e todas essas revistas da cueca. A capa do New York Post era uma ode a Portugal:


Claro que depois de chegarmos a casa, fizemos fila para cagar.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

5 de Outubro, ou 4 ou 3...

Hoje foi a última vez que Portugal parou para celebrar a Implantação da República... na praia, na esplanada ou a foder - entre si e para todos. Viva a República e seja o que isso for.
Cavaco Silva também não sabe muito bem o que isso significa porque decidiu por a bandeira de cu para o ar em homenagem ao estado do país e, vá, em homenagem a nós homossexuais.

Para o ano extingue-se este feriado juntamente com o da Imaculada Conceição porque acabar com um regime monárquico num país está ali lado a lado com a celebração da virgindade de uma senhora que pariu por parto normal ao pé de uma vaca.

Não creio que a ausência deste e de outros feriados vá fazer grande mossa a muita gente em 2013, uma vez que provavelmente grande parte de nós estará desempregada a gozar esses feriados e os restantes dias do ano. Ou isso, ou também de cu para o ar na vã esperança de sobreviver.

Mas isto agora é apenas um dia como os outros. Esperem até extinguirem o Natal e montarem o pinheiro de cu para o ar... aí sim, teremos país.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Eu e os cabeleireiros

Na minha cabeça eu tenho meia dúzia de pintelhos. O suficiente para tapar o coiro e o insuficiente para participar nos anúncios da Panténe. Ultimamente tenho mais porque estou sob hormônios.

Os meus cortes de cabelo têm a grande vantagem de não necessitarem de mais de 15 minutos da atenção das pessoas. Hoje não foi o caso...

Cheguei ao cabeleireiro e lá chamaram a "não identificada" que Rima com Mute. A Mute é uma miúda jovem e alegre e provavelmente recém menstruada. Só não é virgem porque isso agora perde-se aos treze se não estou em erro. Ora, eu não tenho boas experiências com meninas como a Mute a cortarem-me o cabelo. Mas dou sempre a oportunidade já que os meus míseros pintelhos não requerem a mestria da Lúcia Piloto.

Mute rapou atrás e aos lados, e atrás e aos lados, e atrás e aos lados e nisto vai quarto de hora. Ainda atrás e aos lados, Mute começa a acertar com a tesoura. Mute vai às suiças e estrategicamente coloca um dedo em cada suiça para garantir o paralelismo. Eu não tenho nada contra esse instrumento de medida tão fiável, não fosse ela seguidamente retirar e começar a rapar a seu bel-prazer. Se estiverem desiguais, que se foda, vai-se rapando até ao tímpano.

Já irrequieto porque Mute é lenta com'ó caralho, e só Deus sabe o quanto odeio gente lenta. Depressa e bem não ha quem é a maior treta inventada para defender os atrasados mentais. Ser lento não é fazer bem; é ser um valente panhonha de fazer perder a paciência a Madre Teresa (mesmo estando morta). Há velocidades certas para tudo e ser eficiente é conseguir fazer melhor no menor tempo possível.

Já íamos em 20 minutos de rapa aqui rapa acolá, já pensava que me estava a colocar extensões às escondidas tamanha a demora. Começou o corte de tesoura. Ah agora é a parte mais rápida, pensei eu. Wrong, pois Mute padece de um défice clarividente de falta de motricidade fina. O que para um cabeleireiro, é meramente um pormenor. Agarra cabelo e corta, corta e oops, cortei ar. Agarra novamente o mesmo cabelo e, oops, a tesoura simplesmente teima em não acertar no cabelo. Fui olhando para o telemóvel na esperança de Mute perceber que já mexia o cu mas Mute estava-se simplesmente a cagar, provavelmente achando que eu tinha achado que aquele era um bom momento para começar a jogar Angry Birds.

Findados os 45 minutos, levantei-me da cadeira sem permanente, sem extensões e sem nuances. Talvez esse tipo de penteados só está reservado para fins de semana, para que não se tenha de interromper as 48 horas de tempo necessário à sua execução. Dirigi-me à bacia e Mute abre a torneira. Claro que a água saiu gelada em cima do meu couro ao que Mute perguntou " está boa?". Obvio que não está boa mula do caralho mas pensando que afinal Mute além de atrasada tinha défices de sensibilidade nas mãos e prevendo o tempo de demora expectável para Mute conseguir gerir a temperatura da água, respondi simplesmente que estava razoável. Para Mute, razoável é óptimo portanto gelada será.

Secados os meus longos cabelos loiros, Mute deixa-me a franjinha toda para a frente e o cabelo todo desarranjado com os vapores. "Prontinho, já está". Mute, a pute.