segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Este post é um mete nojo

Hoje fiz o meu GMAT e tive 735, percentil 94.3. A nota mínima para Harvard é 715, se eu não fosse tão pobre.

Agora que já dei asas aos meus feitos embora esteja ainda na dúvida se o programa estava avariado na hora da avaliação, tenho todo o tempo do mundo para vir aqui escrever sobre os podres da minha vida. Que é mais interessante.

Ontem na tentativa de me abstrair, dei por mim hipnotizado com as mamas esborrachadas da Alexandra Lencastre. Depois de tantas galas com a Cristina Ferreira a tirar o vestido, uma semi-final merecia umas mamas da Alexandra a explodir. Porque mamas a explodir trazem audiências, tenho a certeza. 

Espero regressar amanhã! Hoje vou beber.




5 comentários:

Ricardo disse...

Está é de Parabéns! :)

Sara disse...

Agora um comentário mais sério. O quão difícil é estudar/preparar-se para o GMAT? E quanto tempo levou a preparar-se? Um ano? E a sua formação académica está relacionada com a matemática? A minha é de letras (direito), mas ainda assim gostaria de tirar um MBA (provavelmente é estúpido, eu sei).

Schnoof disse...

Sara, isso varia de pessoa para pessoa. O domínio da língua inglesa é essencial, porque o GMAT é todo em inglês. Deve estar preparada para fazer dois textos relativamente longos: um sobre a exploração de um tema proposto e que deve ser sempre analisado à luz de prós e contras para depois rematar uma opinião final. O segundo texto é geralmente um artigo publicado numa revista qualquer (calhou-me um artigo sobre a obesidade infantil e o sedentarismo) e deve ser analisado o artigo pela forma como o autor apresenta as coisas. Se utiliza suposições pouco fundamentadas, se carece de maior justificação na defesa de uma tese, etc.
Finalmente são apresentadas duas secções: linguagem e cálculo. Como a parte da linguagem refere-se à língua inglesa, deve ter um domínio bom da língua como ponto de partida. Depois deve estudar as regras gramaticais, expressões idiomáticas, etc. etc. Embora aquilo também analisa a capacidade de interpretação de texto e dados, convém dominar essas regras todas. Na secção matemática, eu não trabalho com matemática desde o 12º. ano à excepção de alguma estatística quando fiz o mestrado. Embora muitas vezes o foco não está na resolução, uma vez que temos cerca de um minuto e pouco para cada pergunta, convém saber resolver as coisas para aquelas em que a lógica não chega. O foco (pelo menos nas perguntas iniciais) assenta mais na interpretação lógica das respostas oferecidas. Há umas que se excluem logo à partida se perceberes bem o enunciado e dominares a matemática. Depois as últimas são muito difíceis e exigem alguma agilidade mental (1 minuto) porque vão buscar situações que nada têm a ver com matemática mas que exigem a sua tradução em fórmula matemática. Houve duas questões até que não ofereceram os dados necessários à resolução do exercício mas que apelavam a tua capacidade interpretativa sobre qual a fórmula / resultado mais lógico para aquela situação. Não tens como confirmar se está certo porque faltam-te dados mas creio que o intuito também não é resolver mas supor na base da lógica matematica.
Mas não te assustes: estudei durante um mês e meio com apenas dois instrumentos:

GMAT for Dummies para perceberes todo o tipo de exercício possível; e depois Kaplan para realização de exercícios semelhantes ao GMAT para testares a tua própria aprendizagem e aprenderes com erros muito comuns uma vez que muitas das respostas são resultado de erros muito comuns e por vezes imperceptíveis o que leva a que muitas vezes se pense que se esteja a responder correctamente.

Se precisares dos PDF posso-te enviar.

Sara disse...

Olá Schnoof. O meu email é:

morgadosantosara@gmail.com

Se me pudesse enviar os PDF que me falou, quando tiver disponibilidade, agradecia imenso.

Muito obrigada

bratwurst disse...

Parabens!!! E agora quando começa o MBA?