Nem uma jeropiga para rosar as bochechas...
Não fosse o calor tórrido que se fez sentir neste verão de são Martinho e iria jurar que não estávamos sequer em Novembro.
Ainda não eram 9:15 e já precisávamos de recarregar as energias com um pequeno-almoço para javardos. E assim, de pança cheia, lá percorremos Pirata das Caraíbas e Indiana Jones para depois podermos fazer as atracções exteriores: e eis que chove a potes. De pés encharcados para o resto do dia, ao ponto de garantir uma pneumonia para tempos vindouros, lá fizemos tudo o resto porque a nós a chuva não pára. Enfiamo-nos em tudo o que havia desde as chávenas da Alice ao Pinóquio, ao comboiozinho turístico, passando pela Branca de Neve, não houve atracção para criancinhas que nos detivesse. Se era para fazer tudo, tudo faríamos.
Tal como o jogo anterior, este permite dar nomes aos jogadores. Quando era mais puto, esses nomes eram geralmente os membros da minha família. Eles, por sua vez, estando perto ou estando longe, eram objecto da minha fúria constante sempre que me espetavam com uma dama ou com uma carrada de copas. Depois era ver a minha mãe chegar alegremente a casa e eu quase nem lhe dirigir uma palavra por me ter "ganho" três jogos seguidos.
Estou oficialmente de férias. Passei a manhã a repetir isto ao ponto de algumas pessoas sentirem-se tentadas a cortar-me os tomates com um x-acto. Mas repeti novamente até levá-las ao desespero que eu não sou de desistir facilmente.