domingo, 31 de janeiro de 2016

Problemas de uma pessoa pouco asseada

Ao contrário de todas as exigências curriculares e certidões e entrevistas que me exigem quando me candidato a um trabalho, não sou nada exigente quando contrato uma empregada doméstica.

Provavelmente porque as admiro uma vez que conseguem fazer coisas completamente fora do meu alcance de competências, como limpar e passar a ferro, sou pouco exigente com todos os trâmites da contratação.

Se são responsáveis, não badalhocas, não me roubam os vibradores e não dão bufinhas pela casa enquanto aspiram e já me considero um patrão cheio de sorte. Não lhes peço recibos, não sou exigente com a hora de entrada e de saída, nem sequer lhes peço para me fazerem broches; enfim, um santo, eu.


Mas não há nada que me dá mais vontade de enfiar uma vassoura embrulhada em farpas pelas suas coninhas acima quando me telefonam após duas semanas de trabalho a pedir subsídio de férias e de Natal senão "não têm que comer enquanto (estou) de férias".

Voltei à estaca zero: procuro empregada. Ou uma puta que não tenha que fazer durante o dia e saiba limpar. Essas ao menos não pedem subsídios. Ouvi dizer.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Saturday Night Boogie

A melhor gratificação que um cidadão trabalhador pode ter é chegar ao fim-de-semana, com planos para jantar fora e encher o corpo de banha, beber copos até o fígado gritar clemência e foder até a pila perder a forma (ou o cu).

O pior que poderia acontecer é estar com boa saúde durante toda a semana e na sexta-feira começar a chocar uma gripe daquelas que não permite os prazeres mencionados acima.

Eu sou o caso número 2. Puta que vos pariu a todos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Relatório de Vizinhança

Quando me mudei para esta casa onde habito, o edifício era quase deserto. Um escritório de advogados, a casa de um pianista e pouco mais. Era um edifício sossegado e livre de tentações badalhocas.

Passados alguns meses, a minha amiga (a única badalhoca do prédio), chegou suada a casa referindo que tinha avistado um lindíssimo pedaço de carne masculina a sair do elevador com ar de residente de fresco. (Ainda não percebi se ela estava suada devido às elevadas temperaturas de Novembro ou se estava simplesmente húmida pelo encontro).

Como eu gosto sempre de saber quem são os meus vizinhos, apressei-me a correr ao andar de cima perguntar se tinha vindo o senhor da EDP tirar as leituras do contador. 

Há dias convidei um amigo a vir cá jantar. Quando ele saiu referiu que tinha encontrado um giraço no prédio. Pela descrição era outro.

Esta semana já avistei três pedacinhos gulosos a entrar, sair, passear o cão, etc. Ou inauguraram uma república no andar de cima, ou está um bordel qualquer em funcionamento. Seja qual for a hipótese, acho que estou a viver no andar errado.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A única notícia do dia que se aproveita

Se achavam que o papel do Bloco de Esquerda neste país era só exibir meia dúzia de cartazes a defender práticas homossexuais, abortos, prostituição e uma série de temáticas retiradas da Pasta "Deboche", desenganem-se.


Na próxima legislatura, as Dinas do Bloco querem legalizar o cannabis. Com lojas, impostos e tudo o que têm direito. Incluindo estudos da Deco para os vários tipos de Cannabis com direito a "Escolha Acertada". E claro, com direito a toda a população através de marcas como Continente e "e". (A julgar pelos últimos produtos "e" que tenho comprado, neste caso deve incluir direito a diarreia).

Para todos os consumidores destas ervas aromáticas, já não será preciso colocar a vida em risco com idas nocturnas a becos escuros urinados, nem com o consumo de ervas de pastos de Mafra secas ao sol. Este cannabis será certificado. Legalizado. E disponível para qualquer contribuinte ao lado dos orégãos.

Isto tudo para dizer que estou farto de estar no trabalho e dava tudo para estar em casa. Poderia ser com cannabis apesar de ter deixado de fumar. Ou preso numa cadeira a ver as Kardashians durante 16 horas. Tudo menos aqui.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Logo hoje, Cavaco decide trabalhar.

Em 2013 escrevi isto sobre a adopção por casais homossexuais. Estamos em 2016 e o tema já enjoa. 

Cavaco Silva hoje decidiu após anos de mandato, fazer o trabalho de todo o mandato num só dia a minutos de fazer as malas: vetou o diploma da adopção por casais do mesmo sexo e, ironicamente de forma simultânea, as alterações à lei do aborto.

Não é que eu queira as crianças, que nem plantas sobrevivem nas minhas mãos; nem é que os que estão contra os queiram porque apesar do tempo que a coisa demora, eles continuam amontoados nas instituições por falta de candidatos.

Assiste-se tranquilamente a reminiscências do ego infantil: eu não quero o bolo, mas tu também não comes - vai para o lixo. E perante este tipo de atitudes, muitas crianças assistem aos dias a passar. E eu assisto a decisões serem tomadas sobre a vida dos outros, com vergonha alheia do mundo.

Fiquem com elas. Ou melhor, não fiquem. Que ninguém fique. 

Portugal 1139 - 1140


domingo, 24 de janeiro de 2016

Não sou analista político.

Enquanto preparava um belo rolo de carne, sem certezas ainda do orifício onde o iria enfiar, a televisão cá de casa esteve ligada.

Percebi que Marcelo tinha ganho. Tive pena que ele não se tenha sentado com a Judite de Sousa a comentar esta vitória, até porque estou sem livros para ler e aguardava sempre com muita antecipação a sugestão de um livro sobre a Migração dos Milhafres da Mongólia ou o Diário de uma antiga cozinheira de Marcelo Caetano.

Percebi que o Tino de Rans teve quilos de votantes e que Maria de Belém teve votantes à sua altura. Com um bom branqueamento dentário, Tino teria ganho ainda mais votantes. Felizmente, há ainda muita abstenção. Em vez de criticarem a tamanha abstenção, agradeçam-na porque pelo andar da carruagem a próxima Presidente poderá ser a Vaca que Ri.

Percebi que António Costa congratulou Marcelo mas deu uma naifada à abstenção pela perda de sentido democrático. Ele está a referir-se à democracia que lhe valeu o lugar de Primeiro Ministro após o país não ter votado no partido dele.

Percebi que o país vai deixar de ter uma Cavaca. Isso sim, foi a derrota da noite.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Relatório "Minoritário"

Mais um conjunto de nomeações para os Óscares este ano e mais uma polémica. Como todos os anos se geram. E para isso, basta geralmente uma pessoa ou conjunto de pessoas não ser nomeada para o ressabianço vir ao de cima. É como vir cá a Cicciolina e deixar que todos a comam. Menos tu. Dói, eu percebo.

Este ano, a polémica envolve pessoas de raça negra. Nenhum preto foi nomeado. É racismo. Como acontece aliás sempre que há qualquer selecção e nenhum preto foi considerado. Podia até ser uma entrevista de emprego para um cargo com 10 mil candidatos. Se 9999 candidatos eram brancos, um era preto, e o único seleccionado é branco: é racismo.

Deixem-me elucidar-vos do que é racismo ou outro tipo de -ismo qualquer. Partir-se já do pressuposto que se se é preto, moreno, chinês, gay, ou monstruosamente obeso, deveria à partida ter prioridade. Ou pelo menos criar-se um sistema de quotas só porque se nasceu assim (ou porque se é cliente VIP do McDonald's no último caso). Não importa se não tem talento, se não reúne todas as condições curriculares, etc. Se é preto, deveria estar logo no Top 5. E quem se fode? Os brancos porque não nasceram pretos. E voltamos ao mesmo.

Não vi nenhum filme com actores de raça negra no papel principal este ano, portanto não consigo julgar se efectivamente haveria alguém digno de ser nomeado. Embora muitos que criticam também não sugerem exemplos merecedores. E com base no meu histórico de filmes, não me parece que nomear Eddie Murphy pelo Professor Chanfrado para os Óscares de 2016 seja viável. Ou talvez seja. Porque é preto. E tem que ser considerado.

Mas não mencionam o facto de haverem inúmeras cerimónias de prémios da música APENAS para pretos. Os brancos, só por serem brancos, nem podem ser considerados...

Se nos focássemos no talento, em vez da cor da pele ou das opções de com quem cada um fornica, talvez deixávamos de levantar falsas questões. Também não nasci com 40 cms de pau grosso e não ando por aí de cartolina nas ruas a gritar por justiça peniana. Nem a sugerir que cortem os deles para ficarmos todos iguais. Até porque toda a gente sabe que tenho 50...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Enquanto não entramos em período de reflexão...

Domingo aterram mais umas eleições presidenciais para aquele cargo bem pago que muita gente não percebe bem o que faz além de representar o país em galas contra a poluição e consultadoria para decisões difíceis. Um misto entre bibelot e puta má.

Tal como muita gente, assim vejo o Presidente da República. Por esse motivo, entre desenhar um caralhinho com pêlos e votar Tino de Rans, pensei no último. Mas como pessoa solteira na era da globalização, tenho algum receio que ter o Tino como cartão de visita do país resulte numa redução marcada no turismo homossexual.

A Maria de Belém é pequenina como a sardinha, pequenina como o país, e pequenina no parzinho de maminhas que ostenta. Mas ainda hoje mencionou em entrevista que não abdica dos seus direitos monetários que não são nada pequeninos. E até já pensa em subvenções vitalícias quando ainda nem a elegemos Presidenta. Acho muito bem que não abdique dos seus direitos quase imorais, mas em nome dos meus direitos, vou exercer o direito de não votar nela.

Já pensei na Marisa que até tem ar de boa mocinha mas depois quando anuncia que dá "uma por todos", fico com algum receio. Nunca se deve confiar em alguém que se compromete a foder com todos de forma indiscriminada sem qualquer critério de selecção, mais não seja pela higiene. Ademais, já tive experiência enquanto cidadão de um país onde uma só pessoa nos fode a todos. E não gostei muito.


O Marcelo anda nisto há anos mas, além de passar 22 horas do seu dia a ler livros e ainda rezar um terço todos os dias, tem tido um papel importante na educação política da população portuguesa ao lado de Judite de Sousa que tem tido um papel primordial na educação estética da população feminina, todos os Domingos, minutos antes da Casa dos Segredos. E nós não queremos viver sem tudo isso.

Depois há os outros.

E depois há o meu Pai. Não se candidatou mas dava 5 a 0 a essa merda toda.  

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Segredos que mudam vidas

A minha amiga tem a casa cheia de todo um conjunto de produtos de beleza, maquilhagem, cremes de cacau, aguas desintoxicantes da Malásia, ácidos desentupidores de canos, etc. etc. que desconheço para que servem. Sei que os tem. E em quantidade suficiente para perfumar um comboio da linha de Sintra em hora de ponta. Não obstante, com toda aquela parafernália questiono-me porque é que os peidos dela continuam simplesmente a cheirar a peido.

Hoje encontrei umas bolinhas douradas ao lado da banheira por entre cem outros produtos. Não sendo bolas suficientemente grandes para fazerem de bolas tailandesas, tive a epifania de que pudessem tratar-se de sais ou óleos de banho dada a sua localização estratégica na casa de banho.

Coloquei uma dentro da banheira enquanto enchia de água, e a bola rebentou. E qual couve de Bruxelas, deitou um óleo com uma fragrância agradável apesar de me ter deixado todo oleoso pronto para figurar na próxima capa da Cristina. Ou pronto para fritar ovos, tanto faz.

Doze horas depois da minha experiência deep fry em óleo aromático, quando passei os dedos pelo rego anal, concluí que os dedos cheiravam unicamente a rosas. Corrijo; todo o meu cu cheirava a rosas. (Não é relevante o porquê de andar a fazer swipe com os dedos no rabo). 

E finalmente descobri porque é que os peidos da minha amiga cheiram a peido: simplesmente porque ela é preguiçosa.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Apps. Nunca são demais.

A cataplana de aplicações para engatar / casar / copular / drogar para tirar um rim, é cada vez maior e qualquer dia não teremos mãos a medir com os pretendentes disponíveis pelo universo aplicativo fora.
A não ser que se seja feio. Aí a única aplicação que vos poderá salvar é o photoshop.

A vantagem de haver cada vez mais aplicações de engate é a da possibilidade que estas têm em introduzir novas funcionalidades em relação ao seu antecessor. E assim sucessivamente até conseguirmos uma app que permite fornicar com o nosso match, sem termos de sair das nossas casas. Ou dos nossos pijamas.

A mais recente adição ao mundo do catálogo de noivas, chama-se Once. E o que é que esta app nos oferece de novo? Atracção sexual fidedigna.

Aparentemente esta aplicação mede os nossos batimentos cardíacos enquanto olhamos para a foto do nosso futuro cônjuge. E só nos emparelha com aquela pessoa caso o nosso coração salte da caixa torácica. A não ser que estejamos nervosos porque acabamos de dar uma bufa em público. Aí também emparelhamos.
Ou porque simplesmente somos doentes do coração. Aí emparelhamos. Também.

Nunca experimentei mas creio que o mais fidedigno para a população masculina seria uma app que medisse o entusiasmo peniano. Mas eu não percebo nada de informática.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Monday Notes

Já comecei a falhar com a escrita diária no blog. Nada que me surpreenda uma vez que nunca cumpro as minhas resoluções de Ano Novo.

Não é que tenha andado muito entretido, que até tenho, mas não se passa nada de interessante no mundo.

Ontem vi mais um filme na corrida aos Óscares: Spotlight. Descobri que 6% do clero mundial come criancinhas entre eucaristias. Sinceramente, pensei que fossem mais. E sempre achei que já todo o mundo sabia mas pelos vistos não. Aliás já o meu maricómetro apitava quando acordava de manhã cedo por obrigação dos meus pais para assistir à missa do Padre João. O Padre João nunca me enganou. Felizmente nunca me candidatei a sacristão senão neste momento a minha história de vida seria outra. 

E infelizmente nem todas as paróquias tiveram esta sorte:


domingo, 10 de janeiro de 2016

O Dever público de informar a um Domingo à noite

Uma das minhas colegas de trabalho assume não ser um ser extremamente sexual. Contrariamente aos desejos do marido, a minha colega pica o ponto mensalmente provavelmente para não assumir que uma vez por ano seria mais que suficiente. E não gosta de broches. Especialmente se tiverem um "travo a mijo".

Entretanto em conversação com uma amiga, decidiu comprar um frasco de um produto chamado geleia africana. Aparentemente ao barrar aquele milagroso produto nas mucosas inferiores, ela desejou que a possuíssem, que a penetrassem, ou que enfiassem um sofá, uma enxada ou qualquer coisa para apagar aquele fogo. Qualquer coisa.

Depois do relato de uma noite louca, esta minha colega com claras aptidões para televendas, convenceu meio mundo a comprar esta geleia. Eu também comprei. O que é de certa forma estúpido uma vez que sofro de excesso de líbido. Felizmente a geleia não funcionou comigo. Ou pelo menos nada que eu nunca tivesse sentido antes. Já as minhas outras colegas, aprovam o produto.

Como este é um blog de forte cariz de ajuda ao público, fiz o meu dever de informar. Infelizmente, não vendo este produto. Terão de o procurar por aí. Mas vendo malaguetas com sementes.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Palavras do Senhor

A minha mãe costuma participar em actividades paroquiais como festas de angariação de fundos, coro da Igreja, ler as leituras, etc. Esta última só se torna problemática, e nota-se a azia na sua cara, quando lhe calha a leitura das "esposas, sede submissas aos vossos maridos".



Felizmente ela não assistiu à missa de Bráulio Rodriguez em Toledo, que constatou que "mulheres que morrem vítimas de violência doméstica têm culpa no crime". Razões utilizadas para justificar isto prendem-se com o facto de a mulher não acatar as ordens / exigências do marido. E, como optam por não o fazer, os maridos, compreensivelmente, matam-nas.

Esta espécie pertence ao grupo de seres humanos que alega que a culpa de alguns animais estarem em vias de extinção é dos vegetarianos por comerem a relva toda do planeta. Ou que a culpa do efeito de estufa é de existirem cada vez mais homossexuais. Porque sim.

São raciocínios lógicos feitos por pessoas que ao invés de sinapses, estabelecem ligações através de canos de esgoto. E perante uma arquitectura cerebral destas, nada podemos fazer a não ser anuir e emanar compaixão. E rezar que o karma não seja puta e que a mãe do senhor padre não ouse não acatar as ordens do marido.

Amén.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Coisas que não faziam parte dos meus objectivos 2016

Eu estou em crer que existe uma larga percentagem de pessoas não contabilizada pelos últimos Censos, que gosta de fazer sexo no carro. A julgar pela quantidade de carros parados na Marginal a ver o mar com elevado grau de nevoeiro, diria que era bem larga.

Antigamente, era algo que até achava interessante, quer pela falta de casa, quer porque os filmes diziam que era fixe. E sempre dava alguma utilidade aos meus genitais pubescentes que não apenas fazer xixi.

Ontem fui com o meu namorado de Janeiro jantar a casa de uma amiga. E bebemos. Vinho. E vinho deixa-me erecto, não posso controlar. Independentemente de ambos ter casas, paciência não é o meu forte e achei que ali dentro do carro em frente à Igreja era o local ideal.

Descobri que:

- Nunca poderia seguir a carreira de contorcionista no Cirque du Soleil;
- Uma manete de mudanças na nádega dói;
- Devemos ter medicação para o torcicolo no dia seguinte;
- Estofos de pele devem ser critério na escolha de qualquer carro;
- Toalhitas ou lenços no carro são um bem essencial. Ou Coca-cola. Uma das duas.
- Já não tenho 17 anos.


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Um bom ano... 5 dias depois

Este ano decidi passar a passagem de ano em Budapeste. Nunca tinha passado o fim de ano noutro país mas este ano experimentei. Apesar de ter sido uma experiência que valeu bem a pena, começo a achar que com a quantidade de álcool que acabo por beber, o sítio começa a ser indiferente. Porque de facto, chega a uma hora em que eu não sei onde estou.

De entre as minhas várias resoluções para o novo ano, escrever no blog diariamente era a 13ª passa. E o que eu adoro de resoluções de Ano Novo é que deliberamos um conjunto de objectivos de vida que não vamos concretizar. E ninguém se chateia com isso. Até porque outro dos meus objectivos para este ano era focar-me em ser milionário e já sabemos que lá para Abril estarei a recorrer ao Banco Alimentar em busca de paté de fígado de ganso.

Bom Ano para todos.