Depois da muito criticada foto de bom gosto, tirada num bairro pobre qualquer com ênfase no vestido de alta costura de Rita Pereira provavelmente mais caro que o dinheiro de toda a população deste bairro, junto, Rita Pereira defendeu-se, e tão bem, alegando que o que importa é que eles estavam felizes com a sua presença. Não fosse isto uma valente prova de humildade da "actriz" que prefere não ver o mau gosto de todo o esfregar de luxo na cara dos pobres, e eu diria até que a menina é estúpida. Mas não: a menina é estrábica.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Over and over again...
Eu começo a achar que passo mais tempo a justificar as minhas ausências aqui, mais do que depositar aqui qualquer coisa. Nem que seja mais uma poia.
Podem até achar que ando a fazer uso da minha vida de solteiro para esfolar a gaita porta a porta. Que não seria mentira. Mas não de porta a porta que eu sou uma pessoa selectiva.
Eu sei que estão com saudades minhas e do meu rico palavreado capaz de vos fazer criar humidades nas cuequinhas e espero muito sinceramente regressar aqui com alguma frequência descarregar os meus pensamentos mais íntimos.
Espero que desta vez seja até amanhã, de uma vez por todas, portanto até amanhã e até lá… muita surra de piroca.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Uma breve justificação que não interessa a ninguém
Ora desculpem a ausência mas, lembram-se de eu ter acabado uma (mais uma) relação há uns tempos? Pois, lá voltamos para tentar mas lá acabei outra vez. Acho que está na altura de explorarmos uma amizade que eu já começo a sentir demasiada facilidade em acabar relações.
Isto tudo no dia anterior ao meu aniversário, que foi há dois dias. Portanto o meu dia de aniversário prometia ser uma bela merda, mas não há como ter amigas putas para se baldarem aos trabalhos para elevar o espírito de uma pessoa e transformar o dia numa coisinha mais alegre.
Estou farto de homens portanto (não que vá virar hetero, deus me livre), mas vou namorar com a minha mão direita durante o ano de 2014. E depois disso só deixarei aproximar alguém com mais de 50 anos de idade, que não me melgue a mona, que não me foda os cornos, e que tenha as ideias no sítio… ou então Alzheimer; também serve. Desde que isso não lhe afecte a gaita.
Também posso chular um velho rico já a bater com os pés p'rá cova, mas actualmente a lei só permite herança se o casamento for feito antes dos 79 anos de idade e se o cabrão além de não se mexer, cagar nas fraldas, ainda decide viver até aos 90 anos, estraga-me os sonhos todos de acreditar no amor eterno. Desde que a eternidade não seja mais que 5 anos claro. Não vim à Terra pagar promessas, credo.
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