Após um dia de chuva em que menos de metade da população se dirigiu às urnas para votar, chegou o momento de se poder sentar no sofá em casa a votar na sua kenga preferida. Por estas razões, nesta casa só haverá sexo depois da Teresa Guilherme se calar...
domingo, 29 de setembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Não há Carreira como a de José Cid
José Cid já não tinha os parafusos quando decidiu posar nu para a revista Nova Gente sob o título "Gorila tapa miudezas com disco de ouro". Mas agora tem a desculpa de estar em degenerescência cerebral.
José Cid afirmou recentemente que as músicas de Tony Carreira são uma valente merda. Até aqui estamos de acordo. Ressabiado ou não, Cid afirmou que o sucesso do Tony deve-se única e exclusivamente à máquina de marketing que lhe está por detrás, esquecendo que talvez as mulheres achem Tony um bocadinho mais apelativo que o nu escultural de Cid... mas só um bocadinho.
Mas Cid vai mais além, entrando numa twilight zone só dele, afirmando que ele tem um público de gente bonita. Porque Cid, já chegou a um nível em que não aceita actuar em estádios como o Pavilhão Atlântico, ou até mesmo o L'Olympia. Muito menos cheios, que isso então é uma vergonha. Cid já só aceita actuar em palcos de grande renome como "a Latada e a Queima das Fitas (...) casamentos de gente de topo e casinos" onde Tony "nem sonha actuar lá"! Além de que Cid actua mundialmente e Tony nunca conseguirá tal proeza. Até porque o L'Olympia que Tony encheu, fica no Fundão.
Pobre Tony, não desesperes. Um dia também vais ter sucesso suficiente para poder actuar num casamento. Ou quiça, pode ser que tenhas tanto mas tanto sucesso que consigas actuar em grandes palcos mundiais como A Latada e A Queima das Feitas. Basta ter paciência... p'ra esperar e para lidar com o processo de envelhecimento senil do José Cid.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Ainda a propósito do post anterior...
O inglês já deve ser facultativo no Brasil há muito tempo e a ver se as pessoas não se desenrascam...
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
O inglês que era apenas para inglês ver
Eu não ando muito a par do que se passa nas escolas hoje em dia porque não tenho filhos e faz alguns anos que já lá não ando. Só há dias é que ajudei uma colega a procurar o horário do filho online.
O horário neste momento compõe-se de uns breves apontamentos de Matemática (2 vezes por semana), um cheirinho ao mundo que nos rodeia (Ciências Naturais - 1 vez por semana), e aquela disciplina que tanto nos ensina sobre as disciplinas que não são dadas (Apoio ao Estudo - 5 vezes por semana), não vá o aluno chegar ao mercado de trabalho e não perceber patavina de, imagine-se, Apoio ao Estudo.
Mas recentemente para aligeirar esta carga tão pesada na aprendizagem do aluno, tornou-se facultativa a aprendizagem da língua inglesa... provavelmente para dar lugar a mais Apoio ao Estudo. O que remete a população à era do passado em que apenas as crianças mais favorecidas terão aulas de Inglês mais por consciência dos pais. Já as outras ou querem ou não querem. E convenhamos, qual é o jovem em plena descoberta da sexualidade (acho que agora começa aos 12 se não estou em erro), que quer passar mais tempo fechado numa sala de aula?
Não é que os textos na faculdade sejam grande parte em inglês, nem a comunicação no mercado de trabalho bem como o acesso a instrumentos importantes de trabalho, como softwares. O inglês era apenas leccionado para que as pessoas percebessem melhor as séries e os filmes. Mas qual é a necessidade disso agora quando temos programação nacional que chega e sobra: temos a Praça da Alegria, o Mundo ao Contrário, mais recentemente I Love It e brevemente, Secret Story. O quê? O que é que quer dizer I love it e Secret Story? Ah, isso agora não interessa nada.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Este post é um mete nojo
Hoje fiz o meu GMAT e tive 735, percentil 94.3. A nota mínima para Harvard é 715, se eu não fosse tão pobre.
Agora que já dei asas aos meus feitos embora esteja ainda na dúvida se o programa estava avariado na hora da avaliação, tenho todo o tempo do mundo para vir aqui escrever sobre os podres da minha vida. Que é mais interessante.
Ontem na tentativa de me abstrair, dei por mim hipnotizado com as mamas esborrachadas da Alexandra Lencastre. Depois de tantas galas com a Cristina Ferreira a tirar o vestido, uma semi-final merecia umas mamas da Alexandra a explodir. Porque mamas a explodir trazem audiências, tenho a certeza.
Espero regressar amanhã! Hoje vou beber.
domingo, 8 de setembro de 2013
Domingos
Hoje de manhã o meu hóme foi correr a maratona dos 10 kms enquanto eu dormia que nem uma princesa sonhando que tinha sido preso e levei mais de 30 tiros mas ainda consegui fugir da prisão, dar um beijo à minha mãe e ir buscar o meu carro que estava estacionado em Alfama. Tudo coisas muito prováveis. À excepção de ser preso. Há fortes probabilidades de um dia ser preso.
A minha amiga Pinky agora inscreveu-se na maratona da foda junto da sua mais recente, e aprovada por mim, aquisição. Para descansar as carnes das árduas consequências da maratona da foda, foi passar o fim de semana a Paris para fazer a maratona da moda. Só me dou com atletas.
Enquanto o meu hóme decidia recuperar do esforço conseguido após alcançada a 126ª posição, eu fiz-me ao supermercado como boa sopeira que sou. O jantar é pernil de porco assado no forno com espargos, cenouras e bróculos salteados e mousse de chocolate branco com morango. Sou uma sopeira que roça o gourmet que querem que vos diga. É como diz o ditado, lady na mesa, e o resto já sabem que eu não me vou por aqui a debitar sinónimos de puta.
Logo à noite vou trabalhar que a minha profissão é dessas, e depois de uma noite não dormida, tenho que fazer de acompanhante à minha amiga Desocupada a marcar presença num cruzeiro qualquer. Se conseguir manter a postura até ao almoço, pode ser que não me babe em cima da mesa do almoço. Se vir que a coisa está muito formal e pouco animado, pode ser que ainda solte um peidinho. Questiono-me constantemente do porquê das minhas amigas quererem que apareça com elas neste eventos. Não devem ter vergonha na cara... ou amigos.
Bom resto de Domingo.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Ode to my friend
Amanhã a minha amiga Desocupada faz mais anos que aqueles que quer admitir. E para estar em coerência com a sua linha de pensamento, decidiu ir pintar o cabelo.
A minha amiga Desocupada sempre foi uma bêbada de natureza, não aguenta ouvir mais de um minuto de cada música, stressa quando já estamos há muito tempo no mesmo sítio, colecciona sapatos de estilista que acaba por nunca usar e não é capaz de os vender a troco de saldar o crédito habitação dos amigos. Organiza todos os eventos com um ano de antecedência nem que fosse uma ida a Badajoz.
Mas a minha amiga Desocupada ensinou-me a beber vinho às quatro da tarde. A minha amiga Desocupada ensinou-me a verdadeira forma de ir viajar a Nova Iorque dando asas aos bens materiais que o nosso coração quer. A minha amiga Desocupada compra-me chupa-chupas da Hello Kitty (?) quando sabe que eu estou num dia não e convida-me para provas de vinhos quando sente que a minha alma está a precisar. E chora mais que eu quando a minha vida dá voltas maiores que o dia.
Pede abracinhos quando está demasiado bêbada e aparece sempre 2 horas antes a qualquer festa apenas para a-provar o vinho com antecedência.
Não importa quantos anos fará a Desocupada, ela ocupará muito espaço no meu coração. Só não nos envolvemos mais porque, pronto, Deus assim não quis.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Linda
Era eu ainda um adolescente, quando Herman José apresentava Linda Reis ao país pela primeira vez. Linda, nome que lhe assenta na perfeição, encarnava personagens diversas quando pessoas já falecidas a contactavam espiritualmente. Princesa Diana foi uma das que supostamente quis apoderar-se do corpo de Linda para mandar uma mensagem ao país. A Princesa Diana chegou até, por intermédio de Linda claro, a ter uma vontade súbita de fazer um striptease para Portugal inteiro mas sem mostrar as jóias da coroa que Diana era uma lady.
Anos mais tarde, folgo em saber que Linda ainda está aí para trazer junto de nós a mensagem dos nossos entes queridos já falecidos. Custa-me a crer no entanto, que a única mensagem que essas pessoas tenham para dar ao mundo seja um abananço nadegueiro ao som do kuduro ou uma vontade louca de procriar com José Figueiras. Daí ser céptico em relação a estes mensageiros do Além. Só por isso.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Candelabros e sexo anal ou sexo anal com candelabros, como quiserem.
Enquanto tentava arranjar mil afazeres de forma a poder adiar o estudo, desde lavar cuecas à mão a limpar a sanita com uma escova de dentes, decidi ver um filme. Pronto não lavei cuecas nem sanitas porque estava demasiado ocupado deitado na cama a olhar para o tecto à espera que a matéria entrasse na minha cabeça via icloud.
Decidi ver o filme chamado Behind the Candelabra que retrata a vida do Liberace que afinal não era mais que uma bicha anciã extravagante que tocava piano. Aparentemente esta bicha-avô era uma louca por criancinhas, como Teresa Guilherme, mas também adorava anéis, peles, candelabros e cirurgia plástica. Ah, e também gostava de levar no cu como José Carlos Malato Nuno Eiró José Figueiras Carlos Castro. E tipo eu, que há dias que simplesmente apetece.
O Michael Douglas interpretou o papel da sua vida enquanto mamava no galho do Matt Damon, igualmente soberbo na sua interpretação, mas entretanto... Eu não vou ser como aqueles filhos da mãe que contam o resto da história e estraga tudo aos futuros espectadores (espetadores, segundo o novo Acordo).
Infelizmente não terá provavelmente nomeações para óscares porque, até à data, os EUA apenas lançaram como telefilme por ser demasiado gay para entrar nas salas de cinema. Para quem não acha que os paneleiros deviam todos arder no inferno com uma tocha pelo cu acima, vale cada segundo pelas interpretações brilhantes.
domingo, 1 de setembro de 2013
Dicas de Poupança
O bom de trabalhar ao Sábado à tarde é que não há nada de bom em trabalhar a um Sábado à tarde. Meio mundo passeia os seus largos cus pelas ruas e praias enquanto se está fechado dentro de quatro paredes a trabalhar. E isso é o melhor que se pode ter.
Na tentativa de fazer valer a tarde perdida e de dar asas à minha jovialidade, telefonei à minha amiga fodilhona. Não que eu quisesse foder com ela apesar do meu fodilhão de serviço ter decidido passar o fim de semana no Alentejo com os pais numa tentativa de cicatrizar a pele macerada.
Fui buscar a Fodilhona ao local de trabalho e instalei-a no banco do carro que estava coberto de purpurinas devido a um convite de casamento brilhante mas feio que tinha recebido, o que faz crer que ando a fazer serviço de chauffeur a travecas.
Fomos em direcção a uma esplanada conhecida da noite de Lisboa e que foi aparentemente o destino de 2/3 de Lisboa mas rapidamente conseguimos uma mesa por sermos apenas dois. Bebemos caipirinhas enquanto falávamos mal de meio mundo, e agendamos falar mal do outro meio mundo na próxima saída.
No final, aquilo estava à pinha qual Feira de Borba. A fodilhona disse no seu português mais eloquente: foda-se, podíamos sair desta merda sem pagar que ninguem reparava. E saímos. Sem pagar. Ninguém reparou.
Começo a perceber a adrenalina que se instala nos cleptomaníacos. E fui feliz para casa. Em minha defesa, estou sem foder há dois dias portanto tenho direito a encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
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