quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Ia estudar mas resolvi vir aqui

Hoje prometi a mim mesmo que ia estudar porque tive uma diarreia mental e decidi concorrer a um MBA. Como se isso não bastasse tenho que marrar para um exame de admissão que tem a duração de 3 horas e meia. Sem pausas para a casinha. Quero ver a cara da examinadora quando tiver merda a escorrer pelas calças abaixo.

No entanto, não foi hoje que estudei porque estava com medo de ficar novamente com dor de cabeça após alguns (3) exercícios de álgebra e afins. Fui antes ao IKEA comprar tupperwares e comer almôndegas. E depois vim aqui porque é sempre mais interessante vir aqui stressar sobre os estudos que eu não estou a fazer ao invés de, imagine-se, ir mesmo estudar.

Confesso que continuo a questionar-me do porquê de me meter em merdas que só servem para enfartar mais cedo e perder mais cabelos por dia. Tento-me convencer que é por ter mais objectivos de vida do que dar apenas boas fodas. Não que isto não fosse um bom objectivo de vida. A julgar pela quantidade de pessoas com mau feitio, quantos não trocavam tudo por uma fodinha? Como dizia a minha avó "uma fodinha por dia nem sabe o bem que fazia". Ou então já tenho as memórias deturpadas.

Já saquei algumas obras primas de preparação para o exame de admissão vulgo GMAT mas confesso que me fiquei pelo "GMAT para Totós" e que já me está a moer a mona. Já sei: vou ler o segundo livro das 50 Sombras de Grey. Conjuga leitura e fodas. E ao menos devo ficar mais pau feito a ler sobre a deusa interior da Anastasia do que descobrir x, y e z nas suas raízes quadradas, multiplicadas entre eles associados a números imaginários e o caralho ao cubo.

Até amanhã.




quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A comprovar algumas teses

Há estudos que apontam que, no que diz respeito ao sexo feminino, uma relação muito próxima com crianças durante muito tempo, põe o relógio biológico a apitar. O que não alerta é que uma exposição a um público infantil durante muito tempo põe a cona a estoirar.


A Ana Malhoa, apesar de ser filha de quem é, começou desde cedo a apresentar o Buereré: um programa dirigido a crianças com graves problemas mentais e que entoavam loucamente as vogais do alfabeto português: são apenas 5. Anos mais tarde, tatuou as bordas e pôs a sua cona ao alcance de qualquer utilizador de telemóvel através do número 6363.


A Luciana Abreu começou a sua fase de morsa insonsa no papel de Floribella, igualmente dirigido a pessoas com défices mentais. Assim que a Teresa Guilherme deu-lhe asas, a morsa virou Florivaca e figurou em revistas masculinas a mostrar um pouco mais que o umbigo. Depois, ainda insatisfeita e de forma a comprovar os estudos supra mencionados, foi caçar um preto. 

Miley Cyrus foi Hannah Montana durante largos anos. As crianças adoravam o seu programa. Anos mais tarde Montou no caralho do Robin Thicke em pleno VMA, revirando a sua língua de lado como se fosse uma camela sedenta.

Cicciolina foi educadora de infância durante a rodagem de um filme pornográfico. Serve.

Comprovada a minha tese, não me posso esquecer de evitar que algumas amigas minhas entrem em contacto com crianças que eu sinceramente não sei como conseguiriam ficar mais putas do que já são.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Bling Ring

Ontem fui ver Bling Ring ao cinema com a Pinky porque é Copolla e estava à espera de algo realmente bom. No final não fiquei propriamente excitado com o filme porque tem pouca história associada e centra-se basicamente no processo de roubar, roubar, roubar e sobre como o DNA americano tem suprimido os genes da inteligência ao longo do processo evolutivo de Darwin, porque aparentemente os americanos não precisam.

Nem sei quem se tornou mais estúpido nesta história: se o gang Bling ou Paris Hilton e companhia que deixam a chave de casa debaixo do tapete de entrada e alarmes desligados. Se não fosse baseado numa história verídica o filme teria sido assassinado pelo guião estúpido e pouco credível porque ninguém deixa a chave debaixo do tapete de entrada. Mas aparentemente o Jersey Shore e as Kardashians não são tão dissociáveis da realidade como pensava...

domingo, 18 de agosto de 2013

Ponto de Situação

Cheguei de férias e confesso que estive completamente alheio ao que se passava por aí, limitando-me a torrar o cu a ver se ele deixa de brilhar no escuro.

No regresso, reencaminharam-me em catadupa o vídeo da Judite de Sousa a entrevistar um milionário brasileiro qualquer.

Podia comentar o trabalho de anos da Judite de Sousa mas sempre a achei muito feia e com cara de dificilmente fodida, logo fiquei sem imparcialidade suficiente para focar-me no aspecto profissional da coisa.

Infelizmente assisti a um puxão de orelhas absurdo a um labregonço qualquer que tem uma fortuna por ser filho de trabalhadores e que não deve nada a ninguém. Puxão de orelhas por fazer fortunas vindo de alguém que enfia milhares ao bolso e que também não deve nada a ninguém. Mas Portugal é assim. Somos pobres e por isso temos muitas pontes para ter debaixo de onde morar, mas não podemos ver ninguém viver sobre a ponte que ficamos logo com prurido no rego. 

Apelamos constantemente à necessidade do investimento estrangeiro em Portugal e quando um milionário vem gastar fortunas em Portugal com festas de aniversário para que a economia mexa, aponta-se-lhe o dedo porque não se recebeu nenhum convite para essa festa e então, foi tudo de mau tom. Talvez porque a Judite esteja habituada a ver brasileiros pobres a imigrarem e geralmente terminando nas malhas da prostituição, tornou-se inconcebível para a Judite um brasileiro com tanto dinheiro em Portugal, sem necessidade de recorrer à venda do corpo. Não que aquela carinha lhe valesse de muito mas felizmente não precisou.

Enfim, uma entrevista vergonhosa que nem merece esmiuçar.

E o divórcio da Judite que já nem o velho a quer foder? Eihn?