domingo, 25 de novembro de 2012

Estamos bem obrigado

Apraz-me muito saber que por pior que esteja o país, hajam Instituições de solidariedade a sobreviver lindamente dispensando a ajuda de nós portugueses pobres.

Quem o anuncia é a própria Emergência Social que vem afirmar não se misturar com as putas que habitam na Casa dos Segredos, o que me faz todo o sentido porque as putas trabalham e não precisam das ajudas da Emergência Social. Mas recusar o dinheiro delas porque foi ganho a partir de sexo é puramente ridículo nos dias que correm. Ando a ser enrabado pelo Estado há vários anos e nem por isso se recusam a receber o meu dinheiro para posteriormente injectar nas milhares de instituições de solidariedade pelo país fora. E nem me perguntam se limpei o cu antes. Não percebo portanto o prurido.

Aparentemente os elementos do Bataclan da Era Moderna iam leiloar as suas roupas (lindas e fabulosas) para que o dinheiro obtido revertesse a favor da Emergência Social. Percebo a preocupação da Emergência Social em não querer receber roupa usada da casa porque há fortes probabilidades de transmitirem chatos aos necessitados. E porque com este frio, não há ali peça nenhuma que faça frente ao Inverno.

Todavia nem iria ser doado roupa, não. Isso seria para os restantes portugueses. Os necessitados iam receber o dinheiro. Mas não. A Emergência Social está acima de qualquer montante vindo de pessoas que além de outras coisas, pasmem-se: fazem sexo. Mais importante para qualquer pessoa com fome é a dignidade. E se é para receber esse dinheiro, mais vale comer asfalto. Completamente de acordo.

Portanto fico feliz por saber que os portugueses não têm de sentir culpa por não doar às instituições. Elas não precisam do nosso dinheiro. Pelo menos dos que fodem. Já era tempo de surgir uma boa notícia no meio de tanta crise e felizmente hoje ficamos a saber que as instituições de solidariedade nadam em fortunas. Já posso ir ali comprar o ipad porque afinal não há fome. Ufa.

* Se eu apresentar na primeira página da declaração do IRS que sou um fodilhão homossexual será que também recusam o meu dinheiro dos impostos?

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

250 mil visitas badalhocas

Como chegar aos 250 000 visitantes em menos de dois anos:

- mostrar o José Castelo Branco a foder;

- mostrar as mamas da Mamalhoa;

- mostrar a filha da Mamalhoa a grunhir que o seu dog é um lollipop;

- falar sobre as mamas da Luce;

- e segundo os 250 000 leitores:

Ah, como é bom saber que o que vocês gostam mesmo é das histórias da minha vida perturbada. E das minhas receitas de bolinhos e docinhos e marmeladas.

Se eu mostrar aqui o caralho do Cláudio e a cona da Alexandra da Casa dos Segredos, prometem-me que para o ano chegamos ao milhão? Obrigado.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Mamalhinha, a filha da Mamalhoa

Tal mãe tal filha, decidiu esta voz soprana enveredar pela carreira de cantora. E a história repete-se: desde os áureos anos do buereré até à actualidade em que Mamalhoa faz a delícia dos telemóveis masculinos enquanto se criam filas para cagar na casa de banho porque alguém está lá a limar arestas. Havia uma ténue linha que separava a pita da puta, e a Mamalhoa lá a ultrapassou. Cheira-me que a Mamalhinha vai pelo mesmo caminho.

Ainda na fase de pita com 13 anos (prestes a chegar à fase de puta porque, por favor, estamos em 2012), Mamalhinha canta sobre o seu dog. Canta não, espanca. A desafinação é a palavra de ordem nesta música mas não só.
Como estava a dizer, Mamalhinha "canta" sobre o seu dog. Mamalhinha brinca com o dog, Mamalhinha passeia com o dog, Mamalhinha vai à school com o seu dog, Mamalhinha só não diz que fode com o seu dog porque "fode" não rima com nada de jeito.
Toda a música centra-se portanto no seu dog, mas o título da música é Lollipop o que não deixa de ser perturbador.
E assim se faz mais uma vez história na música portuguesa: a Mamalhinha e o seu cu de ostra porque isto de facto é uma pérola...


terça-feira, 20 de novembro de 2012

- Do you trust me? - Fuck off Jack.

Estava no duche e acabei de escrever um post BRUTAL! Claro que estava escrito na minha cabeça e nunca cheguei a apontar portanto agora já perdi. Saí meio à pressa com sabão por entre as nalgas na esperança de conseguir reproduzir este meu fantástico cérebro. Mas como ele anda sempre a 200 à hora, rapidamente me fixei noutra coisa quando cheguei ao quarto.

Atrás da minha cama, tenho um quadro gigante a preto e branco da cidade de Lisboa, vista da Margem Sul. Nesse quadro hoje figura o sebo de uma mão suada que garanto não ter estado lá na altura da compra. Dada a posição da mão, só consigo imaginar alguem de quatro em cima da cama a tentar segurar-se a meio da sua actividade. Ora como eu sou bailarino solista ali da Sociedade Recreativa de Rojões Crus, não há foda que me desequilibre. Portanto eu estou à partida excluído da equação.

A minha empregada é uma velhotinha desajeitadinha pelo que ainda não excluí a hipótese de ela ter escorregado numa das minhas cuecas caídas no chão e ter deixado lá a marca na esperança de não partir a cara no chão. Com a sua mão de homem... Ou então esta casa anda a receber visitas badalhocas na minha ausência. Pelo sim pelo não acho que vou à drogaria comprar ingredientes para preparar o cocktail preferido do meu marido logo à noite.

Além de que eu acho uma falta de chá as visitas irem à casa das pessoas sujar as paredes.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Como os CTT roubaram o Natal

Ultimamente tenho-me munido de um espírito natalício precoce. A minha banda sonora nas últimas 48 horas reveste-se de sininhos e pais natais e os característicos guinchos da Mariah Carey. No meio disto tudo, mandei para o lixo o cd de músicas de Natal do Sting que me dão vontade de enfiar o pinheiro no cu para ver se não adormeço. E o Natal deve ser alegria.

Ainda munido deste espírito natalício precoce que me faz deitar umas gotinhas, fiz-me aos postais de Natal a ver se é desta que mando tudo a horas certas. Hoje lá saí de casa em modo Santa Claus is coming to town rumo aos CTT na esperança de enviar os postais a tempo de ainda receber algum porque dar é para receber. É esse o meu lema de vida e aplico no sexo também que ninguém gosta de estar ali a chupar no dedo enquanto o outro está para lá das estrelas, não me fodam.

Chegado aos Correios com os meus postais minúsculos comprados em Nova Iorque, pavorosos que só eles, sou chamado ao balcão. Eu e o meu número 169 (não, não estou a inventar só para dar conteúdo badalhoco à minha vida).

- Tão pequeninos...!!
- É para poupar no peso.
- Ah, mas quando os postais têm um formato inferior a 9cm x 14cm tem que pagar mais.

WTF? (não disse isto alto porque na altura estava a engasgar-me naquilo que me parecia um pintelho)

- Então mas porquê?
- Porque é fora de formato, sempre foi assim.

Não fosse eu estar em modo natalício e eu tinha agarrado naquela merda toda e enfiado cada postal num envelope A4. Isto há com cada ideia estúpida e já andei às voltas com o cérebro na procura de uma justificação mais compreensível do que "porque é fora do formato". Eu compreendo que ninguém gosta de receber algo mais pequeno do que aquilo que espera porque é um desgosto... sim, estou a falar de pilas. Mas postais?

Ficam a saber: se é pequenino paga mais. Puta que pariu o Natal.

E já agora que estou a fornecer informação útil para o quotidiano atribulado das pessoas, não é que o segredo da Vanessa é que foi vítima de trabalho infantil? Ao que parece, o pai quando estava a construir a casa obrigou-a a ajudar a carregar baldes de cimento para construir o muro. Vanessa querida percebo a tua dor: a minha mãe obrigava-me a lavar a loiça... da família toda! Começo a achar que os pais deste país fabricam filhos com os seus aparelhos sexuais só no intuito de garantirem mão de obra gratuita. Não há direito.

domingo, 18 de novembro de 2012

Reflexões de Domingo à noite

Como já devem ter reparado, ou provavelmente não, este blog mudou de estética. Diriam vocês que se trataria de um belo make-over mas a verdade é que não. Simplesmente fiz merda enquanto andava a tentar brincar com isto e depois fodeu-se. O meu blog foi ao ar e assim do nada tive de começar a montar qualquer coisa que se parecesse com o anterior e já agora com umas ligeiras mudanças.

Portanto, continua esta miscelânea de fundos pré-definidos com cores que não batem com nada porque eu sinceramente estou-me a cagar para essa parte. Eu quero é dizer badalhoquices.

Hoje é Domingo e depois de ter dado o fora às flammes e ter optado pelo naco ( a decisão mais acertada da minha vida convenhamos, que aquilo sim parece meita com coisas). Passei a manhã a aliviar a ressaca e a tarde a ouvir música de Natal e, vá, a trabalhar que eu ainda não consigo viver apenas do comer, beber e foder.

Agora resta-me o final da noite para escrever postais de Natal enquanto respiro fundo para não partir a box da Zon que está sempre a ir abaixo, geralmente quando a Teresa Guilherme está a proporcionar um bom momento badalhoco.

Gostaria muito que a Vanessa saísse porque uma casa cheia precisa sempre de uma boa fufa já dizia o meu avô (nunca disse). E porque a Vanessa está ali só a peidar-se porque pouco mais faz. Estou também a questionar o porquê do boato do pai do Cláudio ser bichona. O que me perturba é o porquê de ser boato quando o homem é a cara chapada do João Chaves que por sua vez nada tem de bicha claro. E porque fala com aquela voz arrastada de tia esticada pós-AVC. Sinceramente preferia que a bicha fosse o filho mas pronto, foi o que Deus deu à comunidade paneleira e lá teremos de o aceitar de braços abertos e meia dúzia lá o aceitará de cu aberto embora pensar nisso me provoque uma certa indigestão. Quando ele decidir abrir as portas do seu armário porque deve achar que somos todos parvos. Além de que o homem é parvo como a batata doce.


Até amanhã que vou ali votar dez vezes para sair a Vánéssa.


sábado, 17 de novembro de 2012

The Saturday Post

Hoje a minha cara metade faz anos, e este ano o almoço de família é lá em casa com os pais. Ora como os pais não sabem da minha real existência desde que nos conhecemos há 200 anos atrás, eu vim almoçar fora. 

Logo à noite, com quem já sabe que eu existo, haverá jantar de ânus. Será num restaurante cuja existência desconheço e que aparentemente passará a noite a servir flammes. Flammes de entrada, flammes de prato principal e flammes à sobremesa e depois vamos peidar flammes por essa cidade fora.

Ah, eu já disse que este jantar também celebra a emigração da minha cara metade para terras de salsichas? E que até ver resta-me a vã esperança de fornicar troncos de árvore para o resto da vida que Deus me deu? Não é que eu seja esquisito que as árvores também precisam de amor e sexo, mas acho-as muito paradas no que diz respeito à sua performance sexual. Mas deixemos estes acontecimentos para outro dia quando tiver material suficiente para fazer relatos diários das aventuras das minhas punhetas. Se calhar entro na onda das fotos pelo mundo fora, e publico fotos diárias dos locais onde bati punhetas: a minha meita no fogão, a minha meita na praia da Costa, a minha meita nos Santos Populares, a minha meita em Badajoz... Se quiserem evitar o início do meu consumo de anti-depressivos façam like À Minha Meita no facebook.

A modos que é isto.
E é Sábado e chove.
E logo há flammes. 
E em breve haverá meita.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Saldos que já não vão a tempo

Uma vantagem de ter sido abençoado com os genes da grandeza, para além das vantagens óbvias de ser alto e ter uma pila grande, e das menos óbvias como o nariz grande, tenho a sorte de ter uns pés a dar para o abarbatanados. Para além de poder ser o provocador do xixi nervoso para todos os fetichistas de pés em sítios onde provavelmente nem deveriam estar, tenho o poder de comprar calçado que quero muito a preço de feira porque, por favor, ninguém calça o 45-46.

Assim sendo, deixo-vos aqui a minha recente compra:

Queria muito umas all-star vermelhas uma vez que já tenho preto, cinzento, verde diarreia. Ora, como eu não sou nenhum totó como essas bloggers que por aí andam que publicitam aquilo que querem e depois quando lá vão, já os leitores todos compraram, venho anunciar a promoção agora que já acabou: Jumbo - 10 euros, só para caralhos pés grandes.

Mas há a 40 euros por essas lojas fora, só para não dizerem que eu sou um cabrãozinho... ou melhor um cabrãozão.




quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Greve (e tudo o que não tem a ver)

Parece que hoje é dia de greve. O que justifica a minha vinda aqui ao blog porque caso contrário nem tenho tido tempo para dar um peido sem pedir licença. Contra tudo e todos quis ficar em casa a dormir, mas fui sorteado para cá vir dar o ar da minha graça porque aparentemente a minha profissão é imprescindível à sociedade. A modos que estou aqui de mão dada com as prostitutas deste país a prestar serviços mínimos a quem precisa.

E pronto vou-me calar que já estou a debitar merda.

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Não consigo parar de escrever. Já tomei muita cafeína desde que acordei.

Assim sendo, aqui vai o resumo da minha semana que é quase como quem diz coisas que já tinha começado a escrever mas que não interessavam ao Menino Jesus:

Ontem foi dia de regressar a uma das feiras onde já não ia há largos anos. Convidaram-me para ir à Golegã e eu por um bom programinha faço tudo... menos broches claro que isso requer alguma intimidade.
No meio de tanta bosta de cavalo, lá nos fizemos rumo ao picadeiro à procura de local para beber e jantar. Comprei mais botas porque ainda não consegui eliminar completamente a droga das compras do meu organismo.

Domingo fomos fazer o São Martinho a casa de uma badalhoca que se diz minha amiga. Assamos as castanhas e bebemos vinho tinto e houve quem bebesse jeropiga mas confesso que não gosto daquilo e tolero melhor meita estragada. Para acompanhar tivemos o prazer de acompanhar a Casa dos Segredos que acompanho com muito orgulho, apesar do choque quase completo por parte de quem se diz altamente iluminado pelo dom da ciência e da inteligência máxima, o que não se comprova pela diarreia mental que é debitada pelas suas bocas quando falam sobre qualquer outro assunto. Eu começo a achar que a obstinação forçada em assumir que não se vê aquilo parte da necessidade de se querer assumir no mundo como alguém que é inteligente demais para isso. E quem sente essa necessidade, é porque não a vê reconhecida pelos seus pares. E esses não a reconhecem porque provavelmente os senhores da obstinação anti-casa têm a inteligência comparada à de uma chinchila.
Os outros? Aqueles que vêem ou aqueles que não vêem porque simplesmente não lhes apetece e estão-se nas tintas para quem vê ou deixa de ver, não têm nada a provar.

Bem, vou fazer qualquer coisa porque afinal, eu sou imprescindível demais para poder ficar de folga em casa. Ah e hoje é dia de greve. E eu estou revoltado mais não seja porque já tinha planeado tirar este dia de folga para mim e fui sorteado para vir. Estou fulo.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Leggings

Eu consigo perceber o conceito prático que a moda veio introduzir ao mundo com a invenção das leggings. Já não compreendo é o conceito de não comprar mais nada para acompanhar as leggings. Isto faz com que meia dúzia de porcas pelo país fora, deambule com as leggings bem justas e tornar bem visível o contorno da pachacha. Andar com leggings a delimitar a cona é como usar uma camisa e mais nada. O que faz com que as leggings sejam sinónimo de andar com a rata de fora, só que em tons que não tom de pele, que isso sim é chocante. Mas eu percebo que a opção pelas leggings seja meramente associada ao frio porque caso contrário, era vê-las por aí de fora.

Eu não sou grande entendedor de moda mas quero crer que aquilo foi feito para usar-se qualquer coisa por cima da franga, só para não dar aquela ideia de que as portuguesas têm lábios vaginais gigantes. E muitas delas bem afastadas uma da outra. Que elas fodem muito já eu sei, que elas tenham de exibir as "portas da sua casa" bem escancaradas, já nem por isso.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

New York - os outros dias todos

Não me lembro exactamente do que fiz nos outros dias porque já lá vai algum tempo e a Sandy já me varreu as memórias. Fomos ao Museu do Sexo, fomos ver um striptease masculino numa discoteca que celebrava o Testosterone Thursday naquele preciso instante, fomos ver um espectáculo de dança contemporânea porque somos gentes muito eruditas, e comemos e compramos roupa e a Desocupada fez mais xixi.

Ontem que foi Halloween, já em terras lusas, fiz jus à tradição americana e escavaquei uma abóbora para fazer uma carinha laroca. E bebi até acordar com azia.

E é isso. Já despachei o roteiro nova-iorquino. Já posso retomar as minhas teses sobre os mais diversos assuntos na área da Badalhoquice.